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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Válvulas de Escape

Depois de parei de comprar desnecessários e supérfluos, passei a utilizar três válvulas de escape: alimentação, presentes e super organização. Quero falar de como foi o processo.

- alimentação

Passei a valorizar até demais a questão dos alimentos, principalmente aqueles mais gostosos e, logicamente, mais calóricos, além de ter tentado uma dieta com nutricionista e ter parado de comer qualquer tipo de carne por determinado tempo, considerando que hoje se tenho muita vontade como uma carne ou outra, de forma muitíssimo esporádica.

Como já falei, não posso engordar em razão de duas cirurgias de coluna e terminei por desenvolver uma doença que somente ser relacionada a essa preocupação - hipertireoidismo e ele me impede de extrapolar em demasia o peso.

Assim, com o ano sem compras e a orgia alimentar, fico variando de dois quilos para mais ou dois quilos para menos, ou até três quilos, nada que me faça partir para dietas, mas o problema não foi esse e sim o fato de passar a gastar valores mais elevados com comida.
Perdi completamente o senso e, ao invés de preparar lanches e outros pratos em casa, ia para restaurantes, cafeterias, docerias, enfim, qualquer lugar que houvesse algo diferente e gostoso.

O aspecto positivo da experiência é que hoje consigo identificar os pontos onde estou falhando e corrigir estes aspectos. Atualmente estou agindo com mais cautela e tudo tende a ficar dentro da normalidade.

- presentes

Na postagem inicial, que estabeleceu os permitidos e proibidos, coloquei que poderia dar presentes para outras pessoas em datas especiais, mas quando me deparei sem entrar em qualquer loja, nem mesmo virtual, bateu alguma coisa muito ruim.

Depois decidi que presentes não eram essenciais, posteriormente retornando à idéia inicial de dar presentes, entretanto extrapolei um tanto na decisão e terminei por dar presentes em ocasiões e para pessoas que não costumava presentear.

Procurando o equilíbrio e encontrando o meio termo, tudo resolvido, presentes em datas especiais e para as pessoas que sempre receberam este mimo.

- super organização


Aqui entramos em um problema emocional muito sério. Já tive um casamento desfeito porque o ser não deixava nada no lugar, claro que não foi o único fator, mas também contou.

Gosto de tudo exatamente na sua "casinha correta": todo e qualquer papel em ordem cronológica colocado em pastas com plástico; fotografias em álbuns etiquetados por ordem cronológica; roupas separadas por cor e dobradas do mesmo tamanho; jóias e bijouterias em suas devidas repartições da caixinha, com os brincos presos em um quadrado rígido com furo para cada um, assim quando pego vejo todos organizados, não precisando procurar o par; anéis em suas caixas próprias; sapatos separados por cor; gavetas com repartições para lingerie e pijamas.

A lista acima é apenas exemplificativa, mas já dá uma idéia da minha fascinação por coisas organizadas.

Neste aspecto, o ano sem compras abriu espaço para verificar algumas coisas que ainda estavam fora de lugar, a falta de critério em relação a alguns itens que estavam em diversos lugares da casa embora pertencessem à mesma pessoa. Enfim, permitiu ir levando tudo para seu lugar, tirando os excessos, colocando em caixas o que não pode ser doado e nem descartado.

Sei que tenho que parar um pouco com isto e, ao mesmo tempo, tenho a certeza de que só vou conseguir quando não houver mais nada fora do lugar e esse dia está mais próximo do que eu possa imaginar.

Quando terminar eu aviso pelo que substitui, porque não perdemos um hábito, apenas trocamos por outra atividade!

Algumas conclusões

Concluo que minhas válvulas de escape foram mais benéficas do que continuar entulhando minha casa de compras e desperdiçando valores que ganho com meu trabalho, permitindo o projeto identificar as falhas e isto sim é novidade, porque tinha grande dificuldade em ver e assumir o que precisava mudar.

Hoje encontrei no facebook uma historinha contada pela minha filha:

"Era uma vez, um quarto bem bagunçado onde uma linda princesa vivia, ela acordava todos os dias mega cedo, ia para o colégio, e depois para a academia, chegava em casa, jantava, tomava banho e nunca tinha tempo arrumar, até que um dia o quarto se rebelou contra ela, e comeu-a! Fim"

Penso que se eu deixasse a cama cheia de roupas, da forma como ela mostrou pelo skype, estaria me sentindo assim ou será que não deixo chegar neste ponto em razão do medo de ser "engolida" pela bagunça?

Vamos ver onde esse problema de organização vai parar e onde vai me levar...

domingo, 13 de novembro de 2011

Enxoval necessário!


Bem, minha avó continua na mesma, voltei para casa bastante apreensiva e fico ligando a toda hora, mas preciso trabalhar e cuidar das crianças.

A vida continua também, então vamos a algumas reflexões sobre o enxoval necessário para uma casa.

Estive no supermercado hoje e a pessoa que estava na minha frente havia comprado quatro toalhas de banho e mais quatro de rosto, dizendo para uma acompanhante comprar também porque estava "muito barato". Comentei com meu filho e ele perguntou se estava barato mesmo, ao que respondi que não importava quanto custava e era necessário ver a necessidade.

Houve um tempo em que adorava a MMartan e ficava cuidando todas as promoções (será que havia desconto mesmo?). Toda vez que encontrava um produto com preço supostamente reduzido, bastava clicar e comprar o que era mais bonito dentre aqueles e deixava de adquirir aqueles que realmente me agradavam, mas eram um pouquinho mais caros.

Resultado, rouparia cheia, armário de banheiro cheio, maleiro de alguns quartos cheio. Muita roupa de cama, mesa e banho! Algumas destas roupas sequer usadas! Para que se tenha uma idéia, consegui  "equipar duas casas" com lençóis, cobertores, colchas, panos de prato, toalhas de mesa, toalhas de banho e rosto, além dos famigerados tapetinhos em promoção das Pernambucanas - sempre tem este produto em promoção e comprei tantos que até hoje, mais de dois anos depois que cancelei meu cartão, ainda tenho.

Por falar em Pernambucanas, certa época aceitei fazer o cartão e, mais, utilizei fielmente, parecia conta de luz e água, tinha que comparecer todo mês para pagamento - não era possível débito em conta - e todo mês comprava algo que não precisava. Isto durou muito tempo, até que cansei e por incrível que pareça nunca mais precisei nada de lá.

É, não precisei de nada de lá e troquei pela MMartan o que parei quando descobri outras marcas e não voltei em razão do ano sem compras. 

Na realidade penso que somente trocamos o "foco". Hoje, meu foco é a comida. Boa alimentação? Sim, estou preocupada com isto, adotei uma dieta ovolactovegetariana e não resisto a um doce. Ainda não engordei, embora esteja sendo uma montanha russa - come! deixa de comer! devora! faz jejum!

 Fiz aniversário dia 11 de novembro, sexta-feira e, para não passar em branco, primeiro visitei minha avó que, como todos sabem está na CTI, depois a família foi para uma galeteria, todo mundo com aquela cara de cumprir obrigação comigo e eu achando que não poderia deixá-los sem nada no meu aniversário.

Lá veio o prato com salada de radiche com bacon frito, olhei aquilo e, como já não estava bem, falei "%$@#*@! o porquinho", o que serviu pelo menos para tirar uma boa gargalhada da minha irmã. Não, não voltei a comer carne, mas tive esta recaída e uma torta fria de frango que se eu não comesse um pedaço teria um síncope nervosa. 

Tudo isto por conta do desequilíbrio emocional! Por isso devemos vigiar, e muito, todos nossos sentimentos.

Voltando ao assunto deste post - enxoval necessário, quero deixar registrado apenas as conclusões que cheguei quanto ao que efetivamente precisamos:

- para cada quarto - dois jogos de lençol, duas colchas acompanhada de dois porta travesseiros cada, um cobertor e um edredon. Adoro tapetes para não pisar no diretamente no piso quando acordo, um só basta. Se a cama for box, necessária uma saia;

- para cada pessoa da casa - duas toalhas de rosto, duas toalhas de banho e, para o banheiro, dois tapetes para não pisar no molhado e no piso frio. Quando uma toalha está lavando, a outra é usada, entretanto, para quem mora em locais frios ou tem o costume de trocar diariamente, é melhor ter três toalhas para cada pessoa, assim sempre haverá uma limpa e seca;

- para copa e cozinha - quatro panos de prato, três toalhas de mesa e uma toalha mais bonita para algum dia festivo, uma luva térmica, um avental de tecido e um impermeável.

Tenho tantas e tantas toalhas de mesa que ninguém consegue imaginar. A cada festa comprava tecido coforme a cor da festa e levava na costureira para passar a bainha. Certo que era mais barato, mas somente hoje pergunto para que tantas variações de cores.

A Lu que está no ano sabático também, comprou uma máquina de costura e quero deixar para ela esta dica, até para os presentes de Natal, toalhas são presentes lindos e existe cada tecido lindo e muito, muito em conta. Falo isto porque adoro chitão e um dia ainda aprendo a costurar e vou fazer muitas peças com este pano de flores imensas.

Como já fui, voltei, me perdi, mudei de assunto, tentei voltar, fico por aqui. 

Dias de paz para todos nós!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Blogterapia e tristeza...




Minha avó Adelina com meus filhos, semana passada!







Escrever por aqui está sendo uma terapia e, como diz aquela propaganda de cartão de crédito, não tem preço!

Venho para contar minhas dificuldades, traumas, experiências, tristezas, alegrias, vitórias, enfim sobre este viver que não é fácil para nenhum ser humano.

Pensei que minha vida era, de certa forma, um mar de rosas, sem grandes preocupações a não ser meus próprios desafios. Família longe, poucos amigos e dois filhos que moram comigo, tudo funcionando perfeitamente, com pouca turbulência.

Claro, existem algumas situações vagando pelo universo, como o retorno de minha filha para casa, e que escapam à minha interferência em respeito ao livre arbítrio dela. Nem todos os desejos que tenho se materializam e esta é a vida.

Tudo andava perfeitamente! E lá vieram as surpresas!

Um pouco mais de convivência com a família e quem tem família - pai, mãe, irmãos, sobrinhos, cunhado, tios, primos, avós - sabe do que estou falando.

Mantive meu desafio de abstência no que se refere aos conselhos. É díficil, embora não impossível. Tornei-me uma ouvinte bem atenta e somente perguntas pontuais ou estímulo à reflexão por parte das outras pessoas. Entretanto, internamente entro em ebulição por não aceitar certas situações, fazer julgamento interno sobre o que acho justo ou injusto, sentimento de ter a solução e, mesmo assim, manter o silêncio.

Considerando que não bastam certos confrontos e tudo tende a piorar em determinado momento veio a notícia: - sua avó está na CTI e tem quatro dias de vida!

Tristeza, desespero por estar longe, sensação de perda sem que ela tenha ocorrido ainda, tentativa de organização do cotidiano para deslocar-me até onde está minha avó.

Notícia no trabalho de que é necessário verificar se avó é parente. Bem, se não é parente, nem preciso ficar triste, deslocar, chorar ou sofrer, né? Olha, não sei de onde as pessoas tiram estas afirmações  quando está claro que o outro está sofrendo e sem condições de trabalhar. 

Para tranquilizar todos que estão lendo, avó é parente sim, ascendente em segundo grau. 

O segundo ponto interessante é poder faltar ao trabalho quando do falecimento, entretanto não se pode deixar de comparecer quando a pessoa está no final da vida. Talvez seja a proibição de despedida! de encontrar a pessoa ainda em condições de dizer o quanto te amou a vida toda! perguntar, como o fez meu avô na noite de sua partida, você ainda está brincando de ser juíza?

Resolvidos todos os percalços, termino por me encontrar na sala de espera da CTI. A moça que atende o telefone para prestar informações sobre os pacientes internados naquele local usa um chavão para todos: - o estado é grave, mas estável!

Grave, mas estável! Está certo, eu sei que o estado de saúde deve ser passado pelo médico, mas ele não aparece e quando o faz minha mãe e minha tia não sabem o horário e também não conseguem explicar o que efetivamente está ocorrendo.

Entro para a visita. A primeira corre dentro da normalidade. Na segunda visita, minha avó tenta tossir e falar, termina toda vermelha e eu correndo para longe dali, desesperada, assustando os demais parentes quando chego na sala de espera totalmente desequilibrada. E, por aí vai!

Todo este caos instalado e, não basta ele - o caos. Situações surreais começam a ocorrer na sala de espera da CTI. Um homem distribuindo dinheiro do paciente para alguns parentes, parece que a pessoa internada ajudava a família e houve tempo/paciência/disposição para se ir ao banco mexer na conta de quem já está naquela situação "grave, mas estável".

Não parou por aí, outros parentes discutindo divisão de bens, prisão de alguém que teria prejudicado o paciente, fazendo propostas para compra de apartamento que pertence ao paciente.

Ou vocês acham que na hora da morte a questão do dinheiro cessa?

E eu ali, pensando em eutanásia. Tenho, ou tinha (?), a convicção de que a vida não pode ser interrompida pelos homens,  sendo importante todo o sofrimento que passamos mesmo para morrer, depura nossa alma, enfim todas aquelas argumentações quando se trata dos outros.  Ver minha avó sofrendo daquela forma trouxe inúmeros pontos de interrogação.

E eu ali, pensando em como se protege a vida humana e na forma impiedosa como se matam os animais, com a desculpa que eles estão na Terra para servir de alimento para as pessoas.

E eu ali, muito triste. Minha avó! Com quem aprendi sobre organização financeira e da própria casa, controle de despesas, solidariedade, amor, preocupação, tolerência, importância do trabalho, união da família e ajuda ao próximo. Também aprendi com ela algumas coisas que não concordo, mas todas as outras foram tão maiores que destas primeiras nem me lembro.

E eu aqui, pensando até quando o sofrimento dela vai se estender. Já tem 89 anos, nasceu em 04 de fevereiro de 1922 e, desde que meu avô morreu, não quer mais viver, não caminhando mais e tendo grande pesar em não poder costurar, sua paixão.

Pensamentos desencontrados. Questionamento de valores do ser humano. Dor. Desesperança. Esperança. Herança. Vegetarianismo. Revolta. Tristeza. Pesar. Impotência. Desespero. Lágrimas que caem e outras que ficam retidas. Máscaras usadas pelas pessoas. Falsidade. Sentimento não demonstrado. Enfim, morte fim da vida?

Acredito na continuidade da vida após a morte do corpo físico. De que me serve esta crença neste momento?

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Noventa dias e algumas constatações!


Confesso que o início foi difícil, cheguei a colocar na barra direita do blog as coisas que eu queria comprar e que retirarei hoje mesmo.

Acredito que a questão seja de condicionamento, tipo aquele que fazem com ratinhos de laboratório. Desde que nascemos somos jogados em um mundo de consumo, onde consumir é uma coisa tão natural que nem sequer pensamos no que estamos comprando, basta adquirir coisas e mais coisas.

Não sei qual o tempo necessário para mudar um condicionamento ou um hábito, alguns dizem vinte e um dias que seria um número cabalístico, outros mais ou menos dias, mas não há número preciso, tudo depende de cada pessoa.

Eu nem mesmo sei quanto tempo foi necessário para minha conscientização e para que eu parasse em querer e sonhar comprar coisas. O bom mesmo foi ter colocado o desafio para todos, publicado este blog e principalmente desautomatizado.

Coisas interessantes aconteceram nestes noventa dias, que foram muito além do ano sem compras.

Deixei de roer as unhas, coisa que eu fazia desde os cinco anos de idade devido a um problema freudiano com meu pai. Parei de dar conselhos, exceto para meus filhos ou quando pergunto se a pessoa quer realmente um conselho e ela responde afirmativamente. Virei vegetariana, não comendo mais qualquer tipo de carne de animal. Passei a prestar mais atenção nos produtos que contém transgênicos para evitar o consumo.

Aprendi a levar as roupas com mais rapidez para a costureira, transformando calças de meu filho menor em bermudas, consertando blusas que anteriormente seriam doadas. Utilizei o sapateiro para recuperar sapato que em outra época também seria doado.

Tirei muitas coisas do guarda roupa, aquelas que tenho certeza de que nunca mais usarei, sendo que o desapego ficou muito mais fácil, porque antes olhava para os itens com pesar, pensando que ia perdê-los. Hoje, tenho certeza de que estão indo para as mãos de pessoas que realmente precisam e irão utilizá-los.

Até porta retrato mandei consertar. Sim, a parte de suporte do porta retrato pode ser consertada, coisa que jamais me passou pela cabeça, pois aqueles sempre iam para o lixo e sempre comprava novos.

Finalmente, as meias de nylon! Um furinho ia para o lixo! Considerando o pensamento voltado para  não comprar e para reutilização, lembrei ontem do que minha bisavó ensinou, se o furo é em um local que não vá aparecer quando usada com sapato, basta você pegar uma lâmpada, daquelas redondinhas, colocar dentro da meia, esticar o local do furo sobre o vidro e costurar. Quando você termina, a meia encolhe novamente e nem aparece onde foi costurado.

Só tenho a agradecer por todas as experiências novas que estou tendo e por todo apoio que tenho recebido das pessoas que visitam este blog. Está sendo muito gratificante esta experiência e espero que esteja ajudando outras pessoas.

Estou muito feliz e pretendo viver novas situações que possam ser compartilhadas.

Um beijo no coração de cada um de vocês !!!

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Consumo de carnes e consciência!

Este ano sem compras está sendo espetacular realmente. Do desafio inicial de ficar sem comprar, novas idéias vão surgindo e novos comportamentos terminam por se incorporar ao cotidiano, decorrentes do tempo que sobra para reflexões e mesmo da incansável busca por um viver melhor.

Sugiro a todos que assistam Terráqueos Earthlings [legendado]

pedindo que não venham com a desculpa de "não suporto ver isto, morro de dó". Ora, temos que tomar consciência do que ocorre neste mundo e da forma que são produzidos os alimentos que consumimos, mesmo que não consigamos mudar nossa forma de consumo.

Estou sem comer qualquer tipo de carne. Se isto vai durar? Não sei, mas por enquanto realmente, além de sequer conseguir pensar em mastigar animal morto, não estou sentindo a menor falta!

Como não poderia faltar a foto, temos abaixo porquinho da índia, alimento muito consumido no Peru, esclarecendo desde logo que não comi, apenas tirei a foto com ele. Hoje, certamente, nem posaria para tal foto!


Um ótima semana a todos!