domingo, 9 de junho de 2013

Fazendo muitas "compras"... muitas...

Final de semana em Cornélio Procópio para que meu filho mais velho fosse correr em Maringá. Tinha que cuidar do meu "neto não humano". O Jimmy me deu uma canseira daquelas, quando o Renato chegou quase que encontrou só meu pó. Corria escada acima, escada abaixo, fazia xixi por todos os cantos, sentava e chorava, fugia e ia encontrá-lo na minha cama deitado no travesseiro, cabisbaixo. 

Tudo isso em razão da saudade do pai adotivo. Bem, meu neto sobreviveu à minha pouca paciência ou muita paciência, porque juro que tentei manter a calma e até deixei novamente o bicho dormir comigo. O pai chega e ele faz aquela cara de "coitado" e se finge de morto como se dissesse "não fiz nada". Mais uma etapa vencida.

Mesmo com toda essa trabalheira consegui fazer muitas e muitas "compras" para o apartamento em Londrina. A sensação foi essa mesma: estar fazendo compras. Fui escolhendo objetos em casa que para o Renato não tem nenhum significado, mas que para mim representam muito e dão um certo prazer só de olhar.

Minimalismo: manter somente o que lhe fiz alguma coisa ao coração!!! Não conseguiria viver o minimalismo de ausência de objetos.

Uma estatueta da Graça Dolores, pequena e linda, um casal abraçado que comprei certa vez para presentear uma pessoa e depois vi que não teria nenhum valor para ela. Terminou ficando em casa.

Seis pratinhos com "bichinhos" da Tok Stok. Porco, vaca, gato. Tinha comprado quatro para colocar na parede e os outros dois pertenciam a um joguinho de caneca/bowl/pratinho de pão, somente sobrando o pratinho, o resto foi quebrado. Encontrei certa vez na estrada para Curitiba os suportes de metal para pendurá-los na parede. E lá vão para minha cozinha assim que ela tenha sua formatação definitiva decidida.

Porta jóia com diversas divisões que comprado no Brique da Redenção em Porto Alegre e que estava aposentado desde que fiz o closet novo com gavetas próprias para essas coisas pequenas.

Caixa de costura. Lavei a caminha das "meninas" na máquina essa semana, estava realmente fedorenta e terminou por descosturar em dois lugares. Preciso consertar. Semana passada já levei minha futura colcha de fuxico e nem consegui mexer, pelo menos agora tenho acesso.

Algumas roupas e pashiminas, sendo certo que muita coisa ainda há para tirar em questão de roupas e acessórios, mas vamos com calma para não arrepender, ainda dói a placa de carro que coloquei fora, do carro que mais gostei de ter comprado e a placa tinha uns vinte anos, nessa função de minimalismo e essencial joguei fora e olha que ela nem ocupava espaço, jazia inerte no fundo do armário do banheiro.

Estou tentando deixar minhas coisas do closet concentradas em única porta para que o Renato se convença de mudar para o meu quarto. Não faz sentido um quarto imenso vazio e ele em um quarto minúsculo, lindo, mas minúsculo.

sábado, 8 de junho de 2013

Penso que é assim mesmo!

Mudança necessariamente causa transtornos. O que espanta foi eu ter tido a ilusão de que nada daria errado e somado à mudança começaram a ocorrer coisas estranhas.

Precisei ajuizar na sexta-feira, através de advogado, ação para que o box, espelho, prateleira de cada banheiro sejam entregues. O prazo já esgotou, o piso do banheiro que estamos usando já está encardindo (convencionamos usar um só até ter box nos dois), a pedra da pia está sempre molhada e é preciso um tapete na porta do banheiro para não molhar a casa toda. A vendedora começou a alegar que a fábrica não entregava o material e que o responsável entraria em contato comigo, não entrou, liguei e ele falou que semana que vem talvez o material chegasse. Enfim! Ficou por isso mesmo!

Na quinta-feira estava trabalhando e o Pedro Henrique ligou preocupado com uma correspondência que havia chegado em casa. Eu estava em audiência, mesmo assim pedi que lesse para mim. Cartório de Protesto. O rapaz foi instalar a mangueira do cook top ao custo de R$ 70,00, pedi para pagar na hora, ele recusou e disse que mandaria boleto por e-mail. Realmente mandou o boleto e esqueci de imprimir e pagar. Apenas seis dias depois aviso de protesto que precisarei resolver na segunda-feira para não ir parar no Serasa, afora outros efeitos.

Esse compromisso encontrei hoje em uma lista "verificar boleto do gás" e essa lista não foi consultada em tempo hábil, comprovando que não funciono com listas.

Hoje estava aqui, tranquila, moderando os comentários, recebo um sms da pessoa que ajudou em algumas coisas da mudança e que paguei com um cheque. "Ziula, seu cheque foi devolvido. Posso reapresentar na segunda?". Fui à loucura. Liguei para ela e pedi o motivo, ela disse que não estava com o cheque e que pegaria no banco na terça-feira. Ora, ora, ora, há suficiente provisão de fundos na conta corrente para todos os pagamentos, não havia motivo plausível para devolução.

O pior foi a gozação "imagina!!! se acontece isso com você!!! onde já se viu???"

Em 47 anos nunca tive um título protestado ou um cheque devolvido. O primeiro fato ocorreu por descuido e o segundo não sei, pois não consegui descobrir a razão. A gerente do banco não atendeu o celular, por óbvio, hoje é sábado.

Terça-feira teremos a instalação da coifa e também correição na Vara do Trabalho. Segunda-feira resolver o problema do cheque e do boleto.

Vocês daqui a pouco vão cansar das minhas reclamações, mas espero sinceramente que seja apenas uma fase bem complicada que logo descomplique.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Gaiola??? Pombal???

Hoje o Pedro Henrique contou que a pessoa com quem saiu à tarde perguntou:

- Quantos apartamentos teu prédio tem por andar?
- Não sei, mas tem dois aqui, dois ali - e indicou quatro direções.
-Ah! Então tem oito apartamentos por andar, é um pombal! Você mora em uma gaiola!!!

????????????

Comentei que essa pessoa e outra próxima a ela gostam muito de falar mal dos outros e criticar as conquistas de outras pessoas e isso não era legal. Na verdade eu estava muito irritada, queria torcer pelo menos dois pescoços!!

E lá vem o Pedro Henrique com sua sabedoria dizendo com um sorriso:

- Deixa, mãe! Eles são felizes assim!!!
- Só penso que as pessoas felizes não fazem assim com os outros. Você acha que mora em uma gaiola?
- Eu não! Até acho que esse apartamento é maior que o outro!

Passei alguns perrengues com o apartamento que vocês já leram por aqui, achei pequeno, depois comecei a arrumar e, passada a ansiedade e a estranheza da mudança, achei suficiente. Ora, já recebi dez pessoas em casa segunda-feira e todas pareceram muito felizes.

Não quero mais casa grande, aliás ainda tenho uma casa grande em Cornélio que estou tentando me desfazer e não está sendo fácil, não acho interessados com valores suficientes para a compra. Antes até pensei: vendo a casa de Cornélio e compro um apartamento maior!

Agora não quero, não! Maior para que? Maior para quem? Maior para alguém deixar de dizer que moro em uma gaiola? Ai, ai, ai. Estou muito bem por aqui! Faltam algumas coisas que somente serão feitas quando for possível não fazer dívida, entretanto, estamos felizes.

Pedro Henrique já aceitou dormir no seu quarto, já aceitou seu pequeno quarto, já passa alguns momentos durante o dia nesse local e até faz algumas lições em cima do colchão porque ainda não tem cama.

Izabel achou o quarto ótimo, falou que os móveis estão muito bonitos e ontem até pediu um porta talheres de acrílico transparente para organizar ainda mais a maquiagem, deixando assim o quarto cada vez mais organizado.

Porque existem pessoas que adoram pisar nos outros??? Será que pensam que os outros se preocupam com o que pensam??? Minha única preocupação em relação à "gaiola" foi que o Pedro Henrique se sentisse influenciado e começasse a reclamar de nossa casa que está me deixando tranquila e feliz, felizmente isso não aconteceu. De qualquer forma, eu precisava escrever isso para que saísse de mim todo e qualquer eventual sentimento negativo que tenha restado após as sábias palavras do meu pequeno nem tão pequeno assim menino-homem!!!

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Auxiliar de limpeza... vocês tinham razão!!!

Venho me debatendo e querendo ser uma super, super, super não sei o que, desde janeiro quando mudei para Londrina. Chamei "As Marias" e não me adaptei. Pedi algumas vezes para a empregada que mantenho em Cornélio vir para Londrina me ajudar e não me adaptei. Então, estava fazendo tudo praticamente sozinha.

Depois da mudança para o novo apartamento comecei a me sentir cansada de uma forma como nunca me senti antes. Hoje falaram que o polivitamínico resolveria meu problema de sono, mas eu acho que dormir talvez resolvesse meu problema de sono. Tenho dormido de cinco a seis horas por noite e sinto que preciso de mais horas de "dolce far niente". Não está sobrando tempo. Todo dia uma coisa e uma coisa todo dia.

Não, não estou me queixando e não estou me lamuriando, muito menos reclamando, considerando que sou adulta suficiente (ou o suficiente) para saber que toda essa agitação e movimentação decorrem de escolhas feitas de forma consciente.

Ontem aquela zona na cozinha e nove horas da noite eu estava ligando para a Dona Maria (aquela que mal sabia... rs... lembram???). Hoje ela veio. Cheguei em casa do trabalho e a casa estava cheirosa, brilhando, tudo no lugar e ela estava passando roupa. Não sobrou roupa para passar, tudo perfeito, só faltou guardar e sequer tive forças para isso, amanhã eu guardo ou aproveito o feriado da sexta-feira para fazer isso. Sim, temos feriado municipal na sexta-feira e quem sabe consigo dormir mais um pouco.

Senti um grande alívio ao ver tudo arrumado e limpo e higienizado e cheiroso que estou ponderando seriamente em contratar a Dona Maria, ou mesmo outra pessoa que goste de cozinhar, pelo menos uma vez por semana.

Ela também deu almoço para as crianças, quer dizer  aqueceu o almoço que fiquei até meia-noite fazendo, pois na vez anterior ela comentou que não queria mais cozinhar.

Durante um tempo pedi marmita, até que o Pedro falava da marmita com lágrimas nos olhos dizendo que não queria mais e voltei a fazer comida. Outro ponto para resolver e o dilema entre cozinhar ou achar outra marmita decente. Aquelas que pegamos eram horríveis e a que como na Vara também é pavorosa, estou começando a ficar com nojo.

Alguém de Londrina sabe indicar algum local com uma marmita gostosa ou alguém que venha em casa cozinhar e deixe a comida pronta??? Gente, estou cansada mesmo e preciso me recuperar até para começar a cozinhar novamente.

Outra pergunta para quem tem animais. As minhas meninas (uma york e uma spitz) somente estavam fazendo xixi e cocô no tapetinho higiênico descartável (tipo fralda de nenê) que fica em local pré-determinado. Pois bem. De manhã, quando Dona Maria chegou, elas fizeram cocô e xixi fora do tapete e em qualquer lugar da calçada. A sacada foi limpa e agora à noite novamente fora do lugar. Alguém sabe me dizer o que aconteceu e as razões para essa mudança repentina de comportamento???

Estava pensando agora que essas constantes idas até lojas e outros locais para comprar o que falta e até as compras pela internet estão tirando minhas forças, não estava mais habituada a comprar nada e nem tanto de uma vez só...

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Hamburger gourmet: nunca mais?

A louça do almoço jazia excepcionalmente na pia, isso foi uma felicidade, pois caso contrário precisaria ser novamente lavada à noite e vocês já devem saber o porque pelo título.

Roupas no varal de teto, local que fica encostado ao fogão, não tiveram a mesma sorte. Também foi um desastre o fogão que havia sido devida e totalmente higienizado na manhã de terça feira, bem como todo o restante da casa. Somente quem tem cozinha americana ainda sem coifa irá entender meu desespero (rsrsrsrsrs)

Tudo começou segunda-feira no supermercado.

- Mãe, quer hamburger gourmet como aquele dia no outro apartamento? Eu faço pra você!
- Nossa, que maravilha! Quero sim, ficou realmente uma delícia e eu nunca tinha comido um hamburger tão gostoso!

Chegando no açougue do mercado ele pede:

- Por favor, 800 gramas de fraldinha sem gordura, passa na máquina junto com 170 gramas da da gordura que você tirou.

Não foi feito o hamburger na segunda-feira em razão do número de pessoas e terça à noite foi o fatídico dia. No outro apartamento a cozinha era fechada e somente deixando a porta fechada a gordura ficava onde devia, com ou sem coifa.

A cozinha toda cheia de gordura, a casa toda cheirando gordura, azulejos da cozinha respingados de gordura, porta que liga a cozinha à sacada com gordura na parede e o Pedro Henrique já desesperado dizendo "o que eu fui fazer?". Somente respondi que ele fazia o melhor hamburger de todo o mundo!!!!

E agora digitando pude sentir a gordura no computador que estava aberto na sala de jantar! Só rindo mesmo.

Ontem, depois do almoço, pedi que ele fizesse um café na máquina. Lindo! Colocou a cápsula todo solícito, ligou a máquina e "voilà" café saindo sem que a caneca tivesse sido colocada no lugar! Toda a cozinha com café de máquina, dessa vez totalmente cheirosa.

Estava pensando no quanto as pessoas se estressam com essas pequenas coisas inevitáveis do dia a dia que, com bom ou mau humor, devem ser resolvidas de imediato e quanto à cozinha nem tão de imediato assim mesmo porque minha coluna não permitiria passar pano.

Dona Maria deve ter ficado feliz com minha ligação noturna, deu um jeito na neta que deveria levar na escola e chegará mais cedo, pois saio cedo amanhã para fazer audiências e preciso conversar com ela, afinal é a primeira vez depois da mudança e da primeira vez ela somente limpou um apartamento vazio.

E, para encerrar, preciso deixar um recado para uma leitora, gaúcha teimosa, que há mais de ano lê o blog e não se convence quanto à necessidade de não deixar louça na pia e lavar de imediato tudo que suja.

Seu Vicente voltou hoje e instalou um aquecedor para minha torneira. O aquecedor fica escondido embaixo da pia e foi preciso trocar até o disjuntor. A novidade? A água comigo não aquece direito, o aquecedor apenas tira o gelo de água vinda direto da caixa, mas segundo o Pedro a água sai fervendo e até queimou a mão dele. Então, primeira sugestão: talvez água quente seja um estímulo!

Finalmente, presta atenção, tchê, louça fica impregnada de alimentos, os alimentos secam na louça e panelas, depois para tirar é um esforço desmedido e sou preguiçosa. Então, lavando logo após o uso é bem mais fácil. Entendeu???

terça-feira, 4 de junho de 2013

Sustentabilidade...

Trouxe o varal de chão de Cornélio, já estava bem velhinho. No outro apartamento usava no quarto, na sala e onde mais coubesse. Aqui coloquei na sacada do meu quarto e para minha profunda decepção deixei em um dia de chuva nesse local. Resultado? A ferrugem escorreu e manchou o piso novinho. Já tentei aguarraz e limpa forno e nada das manchas saírem.

Ontem o eletricista veio e comentei que precisava comprar outro varal, porque o velho havia aprontado. Passado um tempinho ele falou que eu não precisaria de um novo, bastava comprar uma mangueira de jardim e colocar nos e colocar na base do varal de chão. Como ele voltaria hoje pedi que comprasse e foi feito. Mais um varal que não foi para o lixo.

Pensei também na questão do quarto. Realmente não vou comprar material de baixa qualidade para desperdiçar dinheiro, aumentar o tamanho do lixão e coisas do gênero. Então, o jeito será aguardar e economizar para fazer o roupeiro sob medida, como será em definitivo e como lembrou uma leitora se for de boa qualidade pode até ser reformado como tempo, o que já não ocorre com móveis prontos.

Já falei por aqui que a Izabel não liga muito para organização e quando viajamos é um horror. Coisas por todos os lados, roupas amassadas, cotonete usado no banheiro. Entretanto, a boa notícia é que ela foi contaminada (rsrsrsrsrs). Voltou dos jogos jurídicos com uma mala que era uma beleza, roupa suja de um lado, roupa limpa de outro, meias e calcinhas separadas em saquinhos e todas as roupas dobradas e organizadas. Perguntei o que tinha acontecido e ela só ria. Fiquei feliz.

E agora, não bastasse o inusitado da organização, ela disse que sente desespero ao entrar no meu quarto e ver a arara "entupida" de roupas. Mencionei que primeiro faria meu roupeiro para depois dar um jeito no quarto definitivo dela. Ela ponderou que adorou o novo quarto e que não preciso mexer nele. Bem, uma coisa a menos para se preocupar.

Aproveitei o feriado e final de semana que fiquei em Cornélio e desenhei o roupeiro que preciso, em "L", exatamente encaixado no local destinado à ele, faltam os orçamentos e a disponibilidade financeira, mas o mais importante já está pronto.

Penso que é exatamente assim que preciso! Agora resta a torcida para se realizar o quanto antes.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

E o dia terminou em pizza...

Mais de cinco horas da tarde e minha filha liga:

- Oito colegas vão em casa fazer um trabalho e vamos pedir pizza!
- Não, deixa que eu faço!

Primeiro, logicamente o trabalho era só desculpa para uma reunião de amigas e colocar em dia a conversa sobre os jogos jurídicos. Segundo, não estou aguentando pizza de pizzaria, cada dia vem de um jeito e sempre um jeito pior, os ingredientes nunca parecem frescos ou estou pedindo na pizzaria errada. Terceiro, mais uma oportunidade para testar as habilidades do Pedro Henrique.

Verdadeiro rodízio de pizzas: muçarela, alho, presunto, molho de tomate; muçarela, cebolas caramelizadas, linguiça calabresa refogada com alho e pimenta calabresa; muçarela, presunto, ovo cozido e milho... por aí foi com direito a alguns toques de cheddar nos sabores mencionados.

Sobrou uma massa e lá foi o menino cheio de idéias: muçarela, ovo de Páscoa (sim, ainda temos), banana, mel e canela. Maravilhosa!!!

Mais uma vez o forno elétrico mostrou sua capacidade de atender muitas pessoas e as pizzas saíam quentinhas, assim que uma forma era liberada, outro sabor era montado. Aliás, com apenas duas formas conseguimos servir todo mundo e fazer muitas pizzas.

domingo, 2 de junho de 2013

Cachorros??? Tolerante, eu???

Minha mãe tinha uma pequinês chamada Flávia. Eu devia ter menos de dois anos na época. Ela avisou a empregada que havia colocado veneno para ratos e não era para soltar a Flávia. Não eu outra! A moça soltou a cachorrinha, o veneno foi ingerido e morreu. Nunca mais minha mãe se apegou com outros animais. Meu pai tinha uma porção, mas minha mãe não se envolvia e sempre contava a história da Flávia.

Há algum tempo, talvez um ano ou dois anos, minha mãe veio me visitar e fomos em uma feira de animais. Encontramos uma pequinês, peguei no colo, dei para minha mãe segurar, disse que era a Flávia Cristina, ela encheu os olhos de lágrimas e não quis mais largar. Passei o cartão e meu pai depois comentou que foi a melhor coisa que fiz pela minha mãe.

Sempre pensei que cachorro tinha seu lugar. Achava um absurdo as pessoas que choravam horrores e entravam em depressão quando o bichinho morria. Dormir na cama do dono? Nem pensar! Cachorro é cachorro, gente é gente! Poderia até dormir na caminha ao lado da cama do dono, na cama jamais! E por aí andavam meus conceitos!

Talvez por influência da minha mãe nunca me apeguei muito aos bichinhos. Demorou até que o Renato tivesse o primeiro cachorrinho e ele ficava no banheiro. Eu não dava conta. Chegou um momento em que doamos a Marcela e depois soubemos que morreu atropelada.

Depois mais um que ficava na casinha de madeira atrás da casa e somente íamos alimentar. Não lembro o nome. Lembro dele e era um boxer. Foi doado também e mora em uma chácara, disseram que estava muito feliz.

Somente nos últimos dez anos temos um histórico imenso de animais. Isso somente considerando a casa em Cornélio que se tornou moradia definitiva. 

Primeiro foi a Júlia, uma basset round. Seu nome foi em homenagem à Julia Roberts que amo. As orelhas pareciam o cabelo da atriz. Uma danadinha! Não sobrou um vaso de flor no jardim, um canteiro com plantas. Comia tudo. Não parava quieta e não havia possibilidade de ser educada. Foi para doação e não tive mais notícias.











Chegou algum tempo depois o Chiquinho, um fofo, cabia na cama da Barbie e poderia até morar nela. Um pincher. Quinze dias depois morreu de pneumonia. Levamos até para outra cidade para fazer raio-x porque em Cornélio não tinha e não houve tratamento que conseguisse salvá-lo. Morreu quando estava próximo da minha cama. Muito triste.











Veio um chihuahua, Lupi Pavarotti. Pequeno e insuportável. Simplesmente eu chamava e ele permanecia sentado com as perninhas cruzadas. Simplesmente ele me ignorava totalmente. Foi para outra casa e passou a morar com uma pessoa com a personalidade igualzinha à dele. Da última vez que vi continuava insuportável. Ser ignorada por pessoas eu até aceito, agora por cachorro está além do que aguento. Esse cachorro realmente atingiu minha autoestima e acho que o sentimento era tão ruim que apaguei todas as fotos dele. Não encontrei uma única foto para publicar aqui!

O Tchê Barbaridade, Tuka, Milla e Fog são todos praticamente da mesma época, conforme pude perceber nas fotos. Vindo O TchêII depois da morte do Tchê Barbaridade. E a loucura era tanta que ainda teve o Robinho, um pastor de shetland ou mini collie, nesse meio tempo que ficou uma semana em casa, fugiu e ganhou o mundo.








 Robinho

Fomos brindados com o Tchê Barbaridade, um spitz alemão ou Lulu da Pomerânia. O Pedro estava entrando em processo de cura após quatro anos e meio entre idas e vindas do hospital. Iniciamos o tratamento homeopático com o Dr. Júpiter que proibiu todo e qualquer antitérmico. O Tchê ficava na cama do Pedro, lambendo a nuca do Pedro até a febre baixar. A Emília dizia para ele "Tchê, canta!" e ele uivava. Antes mesmo de ser possível escutar o barulho do carro, ele ia para a porta esperar um de nós chegar e sempre já estávamos a caminho. Dormia em uma caminha ao lado da minha cama, de barriga para cima, roncava e somente levantava quando percebia que eu tinha começado meu dia. Tinha um defeito que foi fatal: não podia ver o portão aberto que fugia para a rua. Contratei adestrador e ele era um doce com o homem, andando com ele na rua sem coleira, mas comigo não tinha jeito. Fechei as aberturas da frente da casa para ele não passar por baixo e ir para a rua. Um dia após voltar de Londrina de uma consulta médica recebi a triste notícia: tinha sido atropelado e não resistiu.

Até hoje não nos recuperados e sábado o Pedro estava chorando com saudades do Tchê Barbaridade.


Antes mesmo da morte do Tchê, chegou a Tuka Mentirinha, também Spitz. Nasceu no dia primeiro de abril,  por isso o segundo nome. Está comigo até hoje, mas até levá-la para Londrina eu não conseguia me apegar.










Pouco depois chegou a Milla, uma yorkshire terrier. Sempre brincamos que já nasceu feinha. Só brincadeira. Uma graça! Arredia e quieta até ir para Londrina quando passou inclusive a pedir colo.














Nesse meio tempo veio o Tchê II, tentativa de resgatar nosso Tchê e que logicamente não deu certo. Cada cãozinho é insubstituível. Cresceu muito e fiquei com medo que cruzasse com as meninas (Tuka e Milla). Foi morar em um sítio e ficou muito feliz.










O Renato ganhou a Fog, uma schnauzer. A menina me adotou e só andava atrás de mim, sequer deixava a Tuka e a Milla se aproximarem. Subia no meu colo e queria ficar me lambendo o tempo todo, principalmente na boca, o que era irritante. Quando eu caminhava ela ficava passando no meio das minhas pernas e, considerando que minha casa em Cornélio é cheia de escadas, isso me causava diversos transtornos. Um belo dia estava descendo dos quartos para a cozinha e a Fog naquela loucura, tropecei e fui parar no fogão, realmente quase me machuquei. Estava fazendo terapia na época e cheia de culpa por rejeitar a cachorrinha, quando fui convencida pelo psicólogo que a questão toda era de energia e a energia dela era muito diferente da minha. Devolvi para a pessoa que deu de presente para o Renato e acho que ela é feliz hoje.









Viram a odisséia com os cachorros? Nem eu tinha me dado conta até escrever da compulsão que tomou conta nessa época.

Agora há mais de quatro anos eu estava acomodada, feliz com a Tuka e a Milla, embora com convivência mais feliz depois que mudei de Londrina. Daí? O que aconteceu? Ganhei um neto não humano, quanto aos humanos meus filhos nem cogitam me darem esse prazer.

Jimmy Page que conheci essa semana e que meu filho mais velho foi buscar em São Paulo. Será uma grande companhia agora que está sozinho em Cornélio e a partir daí todas as restrições que eu tinha foram por água abaixo, pois até deixar o menino dormir na minha cama deixei quando meu filho teve um compromisso à noite.

E espero que minha história com cachorros tenha terminado por aqui e que eu me mantenha comedida. Meu filho mais velho, tão feliz com o Jimmy, queria uma cachorrinha para fazer companhia. Restou aconselhar muito para que ficasse com apenas um cachorro e não repetisse a história da mãe. Acho que consegui convencê-lo quanto ao acerto de cuidar bem de apenas um bichinho ao invés de ter muitos.

sábado, 1 de junho de 2013

Enquanto isso...

Quem não tem roupeiro se vira com caixas. Lembram que falei sobre as duas caixas com roupas que não foram para a arara ou porque deixariam a arara muito pesada ou porque não havia mesmo condições? Pois é, elas se tornaram inadministráveis, não conseguia achar nada.

Então, aproveitei o feriado de quinta-feira, juntei algumas caixas que já estavam guardadas no outro apartamento, aproveitei duas caixas da mudança e resolvi temporariamente o problema. É prático? Não muito, pois dependendo da coisa que vou pegar tenho que movimentar outras caixas. É bonito? Também não é lá a coisa mais esteticamente bonita que já vi. 

De qualquer forma resolveu para que eu saiba onde as coisas estão sem revirar caixas e espero sinceramente que em trinta dias sobre ou a sapateira da cozinha ou os armários do quarto do Pedro para que eu possa colocar no meu quarto. O prazo para entrega da cozinha e do quarto do Pedro é de trinta dias, resta saber se os marceneiros cumprirão.

Comprei um toalheiro para colocar na porta do banheiro. A porta não fechou e sugeriram que eu chamasse alguém para "desgastar" a porta. Ora, é mais fácil esperar até comprar os toalheiros que ficarão por lá mesmo. Assim, o acessório terminou por abrigar as bolsas e cabide com lenços.





sexta-feira, 31 de maio de 2013

Tomei uma quase decisão...

Descobri que tenho a síndrome da mudança e não sei se alguém já foi diagnosticado com isso. Não, Adriana, não tenho mania de síndromes, mas veja o que acontece comigo: quando termino de arrumar, mobiliar, organizar uma casa resolvo mudar de casa, de cidade ou até de estilo. Problema sério.

Pensando nisso lembrei do closet de seis portas de um metro de largura cada uma, todas de espelho, com altura que chega até o teto. Lindo! Maravilhoso! Que custou uma pequena fortuna e que agora está lá em Cornélio, sem uso e meu filho que lá está morando se recusa a mudar para meu quarto.

Depois analisei o quarto da Izabel com os móveis que seriam provisórios. Está certo! Nem sei quanto tempo durarão! Mas, certamente, terão a durabilidade necessária para que eu respire financeiramente em relação à mudança para o novo apartamento e me permita fazer algumas coisas relacionadas a lazer que estou sendo privada no momento, considerando que realmente não quero contrair qualquer dívida.

Vocês devem imaginar a despesa que gera a mudança para um novo apartamento. Se eu fosse listar todos os itens necessários que comprei talvez faltasse espaço na paciência de vocês para que lessem até o final e quase já está faltando espaço no meu orçamento.

Qual a razão desse discurso e ladainha? Estava olhando meu quarto e pensando no lindo armário que penso em fazer, em "L" e logicamente cheio de espelhos novamente. Adoro espelhos!!! Depois comecei a pensar no valor que vou gastar, comparado com o roupeiro da Izabel daria umas dez vezes mais o valor que paguei.

Já mandei fazer o quarto do Pedro e ficou quase sete vezes mais do que gastei com a Izabel. Quanto a isso não há problema, pois ele precisava de um local muito bem planejado para se sentir bem no quarto de 2,40 x 2,50. O quarto da Izabel é um pouco maior e o meu bem maior.

Então, estou pensando em procurar um roupeiro já pronto, na mesma loja daquele da Izabel para colocar no meu quarto. Pensando bem se a durabilidade for de um ano (o que não é! pois deve durar bem mais) posso trocar por um novo todos os anos por dez anos até chegar no valor do definitivo planejado que permaneceria por dez anos até perder completamente o estilo e talvez até a durabilidade.

A cozinha do antigo apartamento alugado, de ótima empresa, já estava horrível, mesmo sendo os móveis de qualidade. Além de horrível, estava fora de moda e se alguém fosse morar em definitivo no local certamente teria que trocar todos os móveis desse local.

Toda a questão se resume agora a continuar seguindo o minimalismo e tentando cada vez mais interiorizar seus conceitos. No roupeiro somente poderão permanecer as roupas efetivamente usadas, pois terá 1/4 do tamanho do roupeiro de Cornélio.

Será que estou pensando de forma correta? Alguém tem alguma outra sugestão? Pensei também em permanecer sem roupeiro por um tempo, afinal está tudo arrumado, mas quando mudasse de idéia optaria pelo que estou pensando agora ou pelo planejado?

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Organize-se e diminua o estresse...

Izabel foi para a aula, almoçou com o irmão a marmita especial (China In Box), foi para o estágio e chegou em casa quase seis da tarde, com dor na lombar, mas feliz porque vai participar dos jogos jurídicos em Toledo. Toda animada gritou:

- Mãe, ajuda a arrumar a mala?

Pensei "lá vem chumbo grosso". Não tivemos tempo para comprar o que ela entendia necessário, considerando que além da rotina diurna há uma rotina noturna e de finais de semana composta de ensaios bateria e treinos de basquete e sei lá mais o que. E à tudo isso somadas algumas festas, não muitas, mas existem.

Deitei na cama e fiquei apenas administrando.

- Nossa! Não temos uma mochila!
- Temos sim, está no maleiro do seu guarda-roupa junto com a mala pequena.
- Onde está minha mala verde?
- Guardada atrás da arara no meu quarto.
- Que coberta eu levo?
- As duas que já estão na embalagem de plástico atrás da arara.
- Nossa que ótimo, essa embalagem elimina a mochila porque tem alça e posso até colocar o travesseiro junto. Só tenho cinco calcinhas.
- Não, tem aquelas que recolhi e coloquei em cima da minha cama. Não tive tempo de guardar. As outras estão no varal, lavei ontem e devem estar secas.

Jamais deixo acumular roupas, mesmo porque em apartamento é preciso toda uma técnica para colocar a roupa bem "espalhadinha" para secar.

- Empresta sua necessarie. A minha ficou em Cornélio.
- Na primeira gaveta do criado mudo que coloquei no meu banheiro.
- Você tem remédio para dor?
- Tenho, um para dor, um antinflamatório que deve ser usado com cuidado e leve também um antialérgico para sua rinite.

Tudo pronto e sem estresse. Acaso estivesse tudo desarrumado em razão da mudança certamente haveria choro e ranger de dentes até tudo ficar organizado.

- Mãe, onde está minha carteirinha da PUC, sem ela não posso tocar no desafio e estou lascada!
- Em cima da mesinha do seu quarto, junto com todos os outros papéis que estavam no seu quarto do apartamento antigo.

Estão achando a menina folgada? Pode até ser, ocorre que prefiro não me estressar quando ela não acha as coisas ou quando qualquer pessoa não acha as coisas. Se tudo tiver uma "casinha" certa todo mundo fica mais feliz!

Lá vem o Pedro:

- Onde estão os carregadores?
- Na primeira gaveta do rack.

E o instalador da tv a cabo e internet:

- Tem um "T".
- Claro, aqui está!
- Nossa! Que rapidez!

É claro que sou rápida, porque tenho tudo no lugar e não perco tempo procurando coisas pela casa toda.

Ainda, tão importante quanto ter um lugar para cada coisa é retornar cada coisa ao seu lugar depois do uso, toda organização deve ser mantida e não dá trabalho algum quando mantido, mas acho que esse último fato vocês já notaram.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Forno Elétrico

Cheguei em casa segunda-feira e o Pedro havia feito um lindo bolo de chocolate com castanhas e canela sem esquecer da cobertura de chocolate.

Ah! Nada como um pedaço de bolo de chocolate quentinho acompanhado de um copo de leite gelado quando se está cansada!

O forno elétrico foi colocado no local e a primeira pessoa a usar logicamente foi nosso cozinheiro mor, depois também utilizei para fazer lombinho com molho barbecue, assamos pão de queijo, esfhias e até aquecemos comida nele sem fazer aquela sujeira do microondas que fica espalhando molho por todos os lados.

A questão é: vale a pena ter um forno elétrico? 

Há três anos precisei substituir o fogão da cozinha em Cornélio, comprei um embutido da Brastemp Ative, nunca fui feliz com ele! Os bolos não assavam de forma uniforme, qualquer coisa deveria ter a posição alterada durante o cozimento, enfim, não funcionava direito.

O "ligeirinho", meu fogão de quatro bocas que me acompanhou por mais de dez anos era uma belezinha, mas tinha o forno pequeno e depois estragou aqui em Londrina, fui ver e estava todo enferrujado não compensando o conserto. Também! Trabalhou tanto nos seiscentos litros de sopa que deve ter cansado!

Voltando ao forno elétrico, precisei comprar em razão da bancada ser própria para cook top e estou muitíssima satisfeita. Distribui o calor de forma uniforme, aquece rapidamente (não calculei os minutos), você pode estabelecer a temperatura no visor digital, marcar o tempo de cozimento e, à primeira vista, pareceu que o bolo ficou bem assado e sem criar aquelas partes com alturas diferentes.

Se vale a pena ter um forno elétrico? Primeiro, analisar seu espaço na cozinha e verificar se está insatisfeita com seu forno à gás do fogão. Segundo, ponderar sua necessidade e a frequência de utilização. Terceiro, logicamente verificar em sua planilha se existem valores disponíveis para a compra, ele não é caro se for de mesa, se for de embutir é bem mais salgado.

O meu é Brastemp Ative, como todo o resto, e estou muito feliz com ele!

*isso não é um publipost, apenas um relato sobre produto comprado

terça-feira, 28 de maio de 2013

Notícias boas da mudança: tudo organizado!!!

Instalaram a internet hoje. 

A última vez que passei por aqui foi na quinta-feira e deixei postagens programadas de sexta-feira à domingo, então para mim parece que há séculos não venho até o blog.

Terminaram de descarregar a mudança na sexta-feira às 21h00. O montador contratado pela empresa de transporte não conseguia desmontar meu sofá que não passava nas escadas de tão grande. Resumo da ópera, além do atraso ainda amarguei um sofá rasgado. As boas notícias do sofá conto na sequência.

Olhem a situação após o descarregamento do que foi feito sem qualquer logística.

 

Logicamente quando ficamos sozinhos o Pedro surtou e nem conseguia respirar direito dizendo que a casa parecia aquela dos "Acumuladores" (programa de televisão) e que se eu não desse um jeito ele iria ter um "troço". Não, não foi maldade dele. Não conseguimos conviver com bagunça generalizada desse tipo.

Resultado? Sábado pela manhã acordei gritando de dor de cabeça, uma enxaqueca horrorosa que nem mesmo meu remédio resolvia, daquelas que chega ao ponto de vomitar. Eu pensava, pensava, pensava e não via solução, precisava esperar o pessoal da Colombo aparecer essa semana para montar meus móveis provisórios e eu sequer sabia em qual dia eles apareceriam e eu sabia que eu não aguentaria.

Peguei o celular e liguei para um rapaz que havia ajudado em outra mudança. Ele perguntou para quando eu precisava a montagem, falei que para ontem e ele disse que em quarenta minutos estaria em casa, chegando na hora marcada. Bem, não façam isso - contratação de montador particular - havia duas peças quebradas e após abrir a embalagem a garantia é perdida, mas não me arrependo porque precisava realmente da montagem naquele momento e as peças quebradas ficaram escondidas.

O rapaz foi montando e eu organizando, deitando um pouco em razão da tontura e da dor, levantando e arrumando uma caixa, sempre pensando que era um número de coisas finitas, então era possível. Aqui o resultado que já podia ser visto no domingo pela manhã.

Esses móveis já vieram montados, o sofá rasgado, o vidro da mesa e do rack quebrados. O vidro da mesa já coloquei fora e do rack arrumei de uma forma que não corte ninguém até trocar.

A boa notícia do sofá. O montador que veio também reforma sofás e me fez a proposta de levar no sábado e trazer no domingo, assim foi feito e fiquei com um sofá novo, pois o meu já tinha algumas mudanças e somente piorou na última, mas não estragou exclusivamente na última.
  

Meu pinguim de geladeira devidamente posicionado. Toda geladeira deve ter um pinguim e embora eu prefira aqueles preto e branco, tenho um todo preto. As peças vermelhas vieram de Cornélio e foram compradas quando mudei para a nova casa lá. Minha cafeteira que foi presente de dia das mães do Renato. Caixas plásticas que eu já tinha foram usadas para guardar sacolas retornáveis, sacos de lixo, tapetes e as coisas das minhas cachorrinhas, tudo devidamente separado.


A mesinha que estava na sala no outro apartamento ficou embaixo da pia, as caixas da mudança viraram móveis até que a cozinha fique pronta. Esse conjunto branco eu tenho verdadeiro xodó por ele e era usado quando eu tinha restaurante e fazia chás beneficentes para Lions e Rotary.
  
 A sapateira serviu para guardar praticamente toda a louça e ainda os alimentos, lembrando que será impossível, e isso é até bom, ter qualquer estoque de produtos em casa. Pensei que algumas coisas ficariam em caixas, mas coube tudo nos armários improvisados, embora dessa vez haja toda uma logística para guardar os itens, até parece a montagem de um quebra-cabeças.





O vassoureiro está escondendo vassouras e rodos, também guarda as panelas, formas, refratários e vidros. O guarda-chuva também foi parar nesse armário. A caixa transparente guarda todos os produtos de limpeza, o cesto preto pequeno as coisas de uso diário para lavar e passar roupa, o cesto preto grande fica com o aspirador. Um dos cestos verdes ficou com o saco de lixo para recicláveis e o outro com a louça para lavar.
 












Os panos de prato e rolos (alumínio, papel manteiga, filme plástico, sacos plásticos) foram parar em uma caixa. Os talheres estão em um porta-talheres com tampa. As toalhas de mesa e descanso de pratos também estão em outra caixa.
 
 
Borboletas na porta do meu quarto colocadas com prego à meia-noite e jogo de cama de borboletas para alegrar.  O barulho para fixar o prego não deve ter incomodado ninguém, considerando que são 184 apartamentos e somente dez ou doze estão ocupados. A cadeira e a mesinha lateral vieram de Cornélio, também o tapete e o espelho. A arara consegui emprestada e como não tinha onde guardar as malas escondi atrás dela. Somente há duas caixas de roupas que devem ser dobradas e também lingeries que estão em caixas de papelão até que eu ache outro jeito.


 
O pequeno quarto do Pedro ficou ótimo. Já mandei fazer os móveis e provisoriamente coloquei alguns móveis que estavam no desativado quartinho de brinquedos em Cornélio, quartinho esse que o antigo proprietário fez para guardar a moto.

 

O quarto da Izabel com a cômoda e guarda-roupa provisórios, pensando eu que não serão tão provisórios assim, pois ficaram lindos, faltando detalhes, como aliás ocorre em todos os demais cômodos. Lembram da cadeira? Veio de Cornélio também, junto com a luminária de pé vermelha que está aí porque o quarto ainda não tem luminária de teto instalada.
 











Minha sacada com as duas cadeiras que me acompanham há mais de vinte anos. Amo!!! As ervas do Pedro que estão meio judiadas porque no apartamento anterior não batia sol e no atual bate sol o dia inteiro, até estou brincando com as crianças que não é sol da manhã ou sol da tarde e sim sol do dia. Até já comprei plantas novas, mas o dia está muito feio para fotografar novamente. Estava olhando para as plantas hoje e imaginando que antigamente já teria comprado vasos de todos os tipos, no momento ficarão é no vasinho de plástico mesmo.
 
 
Na sacada temos também a churrasqueira e uma pia enorme!!! Como ainda não temos cozinha, o forno elétrico e microondas foram para lá e lá estão sendo usados. É a primeira vez que tenho forno elétrico e estou amando. Enquanto os móveis não chegam as meninas estão morando ali. Olhem a Tuka e a Milla na mansão, isso considerando a pequena sacada em que ficavam antes.
 
E essa é nossa maravilhosa situação atual. Nem parece que mudamos na sexta-feira e no domingo de manhã já estávamos com tudo organizado, faltando agora chegar os móveis e aqueles detalhes outros que somente o tempo vai formatar.

Obrigada pelo apoio de todos e todas que por aqui passam, pelos e-mails e por toda força recebida. Amo esse blog!!!