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quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

E a cachorrada como está?

Milla teve retorno da consulta no sábado. Não confirmou cirurgia e foi atendida por um ortopedista, uma preocupação a menos. Foi atendida por outra veterinária, pelo jeito a dona da clínica e nunca vi um olhar de tanto amor para o animalzinho. Pegou, acariciou e apenas recomendou repouso, troca de alimentação para um ração para cachorros com problema renal crônico.

Levei para consulta a Tuka, pois está com a mesma idade. Exame de sangue, cujo resultado não apontou qualquer doença. Anamnese. Tem sopro no coração que somente precisa ser tratado se apresentar tosse. Está obesa e com deslocamento de patela nas duas patas do lado esquerdo, problema congênito. Precisa emagrecer para não piorar o problema ortopédico.

Ambas precisam tomar um suplemento para ajudar no tratamento da artrose.
Diz uma amiga que os cachorros estão com problema de gente. E lá sabia eu que eles precisavam fazer checkup regularmente? Pronto, aprendi! Resta achar um plano de saúde para animais porque este mês está sendo difícil.

E pensam que a coisa parou por aí. Taylor começa a soltar odores horríveis... rs... vou verificar e está com diarréia desde segunda-feira, precisa ir ao veterinário também. Não comeu nada de diferente, só ração!

Agora preciso alimentar os três separadamente, antes deixava o pote de comida à vontade. Milla precisa da ração especial. Tuka precisa emagrecer. Taylor alimentação normal. Complicado e mais um tempo no dia que precisa ser reservado à saúde dos bichinhos!

Fica a preocupação pelo fato de que devem ir para o hotelzinho do dia 18 até o dia 28 de dezembro... ainda bem que confio muito na família que cuida deles e nem é hotelzinho... eles ficam na casa de um dono de um pet shop! Certamente serão bem cuidados!

Olhem a cara de amoado do bichinho...


Como você faz com seus cachorros quando viaja?

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Cachorros e como a gente sofre junto...

E a Milla, a york, já está com oito anos. Nem está tão velha se considerarmos que sete anos humanos equivalem a um ano de cachorro.

Taylor, o buldogue, com pouco mais de um ano. 


Os dois brincam. Taylor faz Milla de esfregão, pega na pata traseira com a boca e esfrega a menina pelo chão. E vocês acham que ela não gosta? Claro que gosta! Quando ele para... ela vai atrás buscar mais brincadeiras.

Domingo lá estavam eles em cima do sofá e Taylor com a pata da outra na boca, rosnando um para o outro, até que o buldogue dá um mortal na pequena york e joga a criatura de cima do sofá... resultado? a menina bateu a pata no rack da tv, ganiu e ficou mancando.

Corre para o veterinário. Raio-X. Exame de sangue. Analgésico. Remédio para tomar a cada doze horas. Recomendação de repouso. E lá trouxemos o bichinho para casa. Da sacada onde dormia, passou para o quarto da Izabel e nada da patinha traseira encostar no chão.

Diagnóstico? Deslocamento de patela e se não melhorasse em cinco dias... teria que fazer cirurgia.

Para trabalhar na segunda-feira deixo a cachorrinha na vizinha. A filha da vizinha adorou!!! Quer um cachorro e a família não autoriza, então um cachorro emprestado serve!

No meio da manhã ligam da clínica para o meu celular. Milla não pode tomar antinflamatório porque está com problema renal muito sério e tem que ser levada imediatamente para o internamento. Santo mortal dado pelo Taylor! A menina iria morrer e ficar muito doente sem sabermos o que estava acontecendo porque não tinha sintomas.

Internada desde segunda, hoje fez ultrassom. Rim preservado, mas o problema existe, pode ser adiado, mas não tem cura, resta retardar a piora do quadro que fatalmente virá!

Complicado... e se precisar de cirurgia na pata - agora disseram que foi apenas distensão muscular - nem sei como será com o rim dessa forma e sem poder tomar antibiótico e antinflamatório!

Só rezando mesmo!!!

terça-feira, 24 de junho de 2014

Sobre compulsão, cachorros e consequências...

A Lúcia deixou esse comentário no post "E a casa vai se adaptando aos cachorros":

"Porquê ter três cachorros num apartamento pequeno? Acho pouco prático. De que adianta destralhar tanto algumas coisas e acumular outras. Melhor se concentrar em ter um animal apenas, de uma raça mais tranquila e que tenha suas necessidades de atividades atendidas (passeios, brincadeiras) assim ele não destruirá tudo ao redor. Lucia"

Concordo em gênero, número e grau com cada palavra que ela escreveu, mas sempre digo por aqui que a vida tem "poréns" e esses pesam muito mais, fazendo com a decisão de manter os três cachorros seja consciente e irreversível.

Quem acompanha o blog sabe que eu morava em uma casa imensa em outra cidade, Cornélio Procópio, sendo que os cachorros vem de uma época em que a compulsão era por qualquer coisa: cachorros, sapatos, bolsas, enfeites, roupas, etc.

Aliás, não sei se já falei por aqui, mas eu tinha verdadeira aversão por cachorros, pelos, cheiro de cachorro, sujeira de cachorro e tudo mais relacionado aos pequenos. Depois essa aversão foi amainando e virou compulsão.

Para a concluir pela compulsão basta ler esse texto "Cachorros??? Tolerante, eu???" e ver a quantidade de animaizinhos e praticamente na mesma época. Bem, disso tudo ficaram a Tuka e a Milla, uma york e uma spitz ou lulu da pomerânia, embora eu não me aproximasse muito depois da morte do Tchê por atropelamento e medo de sofrer novamente.

Morava em uma casa, lembram? Em janeiro de 2013 mudei de cidade e optei por morar em apartamento até por questão de segurança, nem em condomínio fechado confio e deixei as meninas, Tuka e Milla, em Cornélio. Depois vieram para Londrina e retornaram em seguida para Cornélio.

O Pedro insistia que queria um cachorro que fosse "filho dele", afinal seu irmão já tinha um "filhinho", um whippet. E lá vai o menino pesquisar e pesquisar e cismar que queria um bulldog francês. Recomendei um daqueles testes da internet para verificar a raça ideal conforme a personalidade do "pai", local que ficaria e essas coisas. Tiro e queda, deu bulldog francês!!!

Procura daqui, procura dali e o preço era impraticável. Até que um belo dia no shopping lá estava o Taylor, com uma mancha em forma de coração na orelha, pequeno, dócil e foi o Pedro pegar no colo e eu perceber que não teria mais retorno. Até ligar para o pai ele ligou e não faz isso com muita facilidade, ou seja, queria muito.

O preço estava razoável e nem perto daqueles vistos anteriormente e lá veio o Taylor para casa. Ficou doente. Fez xixi na minha cama na primeira noite. Na segunda noite, com diarréia, tornou o quarto do Pedro intransitável. Causou todos os transtornos de um bebê. Fez tratamento com remédios naturais e depois antibióticos. Hoje está lindo.

Ninguém imagina o ganho emocional que esse bichinho trouxe para o seu "pai" e o amor de um pelo outro é impressionante, embora o bichinho adore ficar enroscado no meu pé.
 
Pois bem. Por razões outras, as meninas tiveram que vir de Cornélio para o apartamento onde ficaria apenas um cachorro. Mais uma vez um acerto. O Taylor acalmou muito com a vinda de companhias. Imagina se não tivesse companhia rs

Cachorros, a essas alturas e com o sentimento que tenho atualmente por eles, são parte da família, logo é imposssível cogitar de dar em adoção ou qualquer coisa parecida, nem mesmo para parentes, nem mesmo para amigos, nem mesmo para ninguém!!!

Aqui entram as consequências e preciso assumi-las e estou assumindo com responsabilidade, afinal estamos tratando com seres que tem sentimentos, se apegam e amam também.

Para encerrar, hoje a veterinária me deu a notícia que talvez a Tuka esteja com problemas cardíacos, além de ser ofegante como todo o spitz, começou a apresentar um ronco meio suspeito e foi meu coração que quase teve problemas com a notícia. Vamos ver o que os exames dizem, embora eu tenha que confessar que estou com medo de levar para fazer tais exames.

Essa é a minha história com cachorros!!!

domingo, 22 de junho de 2014

E a casa vai se adaptando aos cachorros...

Oitenta metros de apartamento e três cachorros... parece insanidade e dá muito trabalho! Sacada que precisa ser lavada todos os dias, recolher tapete higiênico imundo, alimentação, água, banho, pelos pela casa toda e um alerta: cachorros com pelos curtos perdem mais pelos e é mais difícil de limpar.

Assim, considerando que sequer imagino minha vida sem eles, precisei tomar algumas atitudes e outras ainda estão esperando.

Lembram da poltrona que o Taylor comeu? Está aqui a foto dela destroçada. Depois mandei arrumar e ficou linda como se pode ver aqui. E ele resolveu comer novamente.













Solução? Ligar imediatamente para a transportadora a fim de que levasse a poltrona para Cornélio juntamente com a outra que também está por lá devidamente "destroçada" e que o Renato vai arrumar para colocar na casa.

Eliminei por completo caminhas, aquelas lindas, lembram?
.









A caminha das meninas até... o Taylor chegar! E tal cama tinha um segundo problema além de ser devorada pelo menininho bulldog, toda vez que lavava ela abria e soltava todo o enchimento na máquina e eu precisava costurar toda vez. 

Uso cobertores que são fáceis de lavar e podem ser substituídos com facilidade. Menos fofo, mas até mais higiênico porque a Milla de vez em quando resolve fazer xixi no cobertor e antes fazia na caminha.

Para não colocar o cobertor ou tapete cheios de pelos na máquina de lavar bato ele bem no box do banheiro e quando vou tomar banho limpo os pelos/cabelos que caíram. Logicamente que em apartamento não posso bater na janela rs.

Embaixo dos potes de ração e água coloco um tapetinho e isso evita que toda a lambança na hora de comer/beber vá para o chão, sendo que o tapetinho seca logo.

Jornais não consigo colocar no chão, pois junto com o xixi fica a tinta grudada no piso. Continuo usando tapetinhos higiênicos, apesar do preço e hoje mesmo vou ver se acho alguma coisa de segunda linha na internet. Dia desses até encontrei do tipo que quero e depois terminei por esquecer.

A sacada já foi fechada com vidro em razão do frio do inverno.

Ontem precisei lavar todas as almofadas do sofá, inclusive enchimento em razão do fedor que estava. Sim, bichinhos também fedem feito gente grande! Uso uma colcha para tentar proteger o sofá e lavo essa colcha uma vez por semana. Isso não tem sido suficiente para eliminar o cheiro ruim, então estou pensando em mandar reformar o sofá para colocar um material impermeável e que possa ser lavado sem problema, talvez minha casa fique mais cheirosa.














O problema dos pelos no chão foi resolvido com o rodo mágico sugerido por uma leitora e serve também para lavar e secar a sacada diariamente.
 
Você tem alguma sugestão para que possamos conviver melhor com esses bichinhos?

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Cachorros e despesas...

Passei rapidamente para relatar quanto custa manter um animal de estimação.

Tenho duas cachorrinhas, Tuka e Mila, com quase quatro anos cada uma e somando as contas anuais constatei que as despesas chegaram a R$ 2.500,00/ano com ração, vacinas, veterinário, banhos quinzenais, tosa, limpeza de dentes.

Assim, interessante antes de resolver ter um animal de estimação seja computado todo o gasto que ele gerará, considerando que deve ser muito bem cuidado, ter uma alimentação balanceada e acompanhamento veterinário, além de ser mantida a higiene.

sábado, 10 de setembro de 2011

Transgênicos e consumo consciente...


Todos os alimentos que contém transgênicos devem ser identificados com a imagem acima.

Sempre que vou ao mercado tomo o cuidado de evitar a compra de produtos que contenham esta marca, já mudei por exemplo a marca do óleo de cozinha que utilizava e todo e qualquer produto que contenha transgênico não entra na minha casa.

Ontem fui ao mercado comprar biscoitos para a Tuka e a Milla, seres maravilhosos que dividem a casa comigo... dê uma olhada em como são lindas:


Qual não foi minha surpresa ao observar que todas as rações e biscoitos para elas continham transgênicos. Ora, se eu não consumo estes produtos, é claro que elas também não os consumirão.

Andei hoje a manhã toda em lojas que vendem produtos para animais e, felizmente, consegui encontrar biscoitos que ainda não continham grãos geneticamente modificados, mas fui avisada pelo vendedor que seriam os últimos porque as empresas já informaram que não haveria mais produtos sem transgênicos.

Necessária se faz uma reação e essa deve partir de cada um de nós até chegar a todos nós, evitando consumir estes produtos.

Precisamos ter consciência das consequências que a evolução tecnológica terá em nossas vidas e inclusive na manutenção de uma vida mais saudável e com menos doenças.

A ciência deve servir ao homem, à qualidade de vida e não aos interesses econômicos de multinacionais preocupadas apenas com os lucros e não com os efeitos gerados pelos produtos que criam nos seres que os consomem.

Os transgênicos estão sendo comercializados em larga escala no Brasil sem que haja consciência da população sequer sobre o que sejam e quais as consequências que trazem para a saúde.

Pelo pouco que sei, os transgênicos ou organismos geneticamente modificados tem genes retirados de um organismo e transferido para outro, havendo uma reprogramação e aquele que recebe o gene que não é seu, sofre uma mutação e é capaz de produzir outras substâncias. Tudo isto é feito em laboratórios e os genes utilizados são de animais, vegetais e até micróbios, ou seja, não decorre de um processo natural.

Utilizado este processo em muitos grãos para que sejam mais resistentes aos insetos predadores. e também em animais para melhorar suas defesas genéticas. Objetivo: aumentar a produção e, por consequências, os lucros.

Como já visto no vídeo Terráqueos (Earthlings), o homem é a espécie dominante e, como tal, pretende ocupar todo o planeta e, com os transgênicos, tem a possibilidade de excluir todos os seres que não lhe interessem, normalmente por motivos econômicos.

Reconheço que nada há de conclusivo quanto aos efeitos destes transgênicos na saúde humana e dos animais, logo, não há garantia de que não estejamos correndo sérios riscos e nem mesmo de que suportaremos estes riscos sem grande sofrimento.

Será que os genes de resistência a antibióticos que as plantas transgênicas possuem podem ser transmitidos aos seres humanos e animais que consomem estes produtos? Poderiam os consumidores destes alimentos apresentarem aumento de alergias? Ainda, muitos destes transgênicos são mais resistentes a agrotóxicos, exigindo aplicação de maior quantidade do produto, então, aumentaria a contaminação da terra e dos rios?

Poucos laboratórios tem os equipamentos caríssimos, reagentes e pesquisadores habilitados para produção de transgênicos com a segurança exigida pela Lei de Biosegurança e, a produção de transgênicos é imensa atualmente e a maioria dos produtos não passa por estes laboratórios.

Consequências? Somente sentiremos a médio e longo prazo, por isso é preciso cuidado no consumo e, se possivel, evitar a ingestão destes alimentos.

Bem sei que os valores de produtos saudáveis são mais altos, porque vou ao mercado e compro produtos sem agrotóxicos (sempre que possível) e sem transgênicos (em qualquer situação).

É claro que esta matéria tem relação com o ano sem compras, pois pretendo não apenas deixar de comprar, como também desenvolver um consumo consciente.

Para consumir transgênicos necessário se faz esperar até que todos os testes sejam realizados e  as consequências informadas ao consumidor, inclusive com exigência do consumidor de todas as informações sobre os efeitos destes produtos sobre seu organismo e dos animais.

A desinformação gera danos e, o que pode parecer piada hoje - ora, porque preocupar-se com transgênicos? - amanhã poderá tornar-se o tormento para sua saúde e também para a saúde dos animais, sendo que sentiremos intensamente também em nossos animais domésticos.

Apenas pense!!! A conclusão é sua!!!