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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Entrando no quarto ano...

Ontem entrei no quarto ano de consumo consciente, sendo que o primeiro ciclo - 01.07.2011 a 30.06.2012 - foi dedicado ao ano sem compras.

Tenho ensaiado iniciar um novo ano sem compras, afinal meus projetos finalizaram com pagamento de todos os investimentos, o carro da Izabel foi comprado, roupeiros destralhados, cozinha somente com o essencial, mas ainda faltam algumas coisas no apartamento, principalmente o móvel da sala de tv e a finalização da sala de jantar ou espaço de jantar já que é tudo integrado mesmo!

A pedido da Izabel segue a foto dela com o carro. Viu, Gabriela, como ela posa para as fotos? rs
 




E quero registrar por aqui que durante muito tempo fiquei com medo de não conseguir atingir os objetivos e ter que contar para vocês por aqui como eu fracassei, entretanto fico muito feliz de ter conseguido e foi uma surpresa muito grande ter vencido o período de 366 dias sem compras, isso! escolhi um ano bissexto.

No começo foi muito difícil, tive direito até às crises de abstinência no shopping como já contei, hoje em dia tenho é um certo pesar de não conseguir comprar nem o que é necessário. Certo que por vezes compro alguma besteira e certo também que essa compra é rara e normalmente tomada a decisão por alguma razão considerada importante.

Outra situação que me leva a pensar por vezes é a idéia que as pessoas fazem de mim. Falo sobre destralhe, arrumação, organização, limpeza, bons hábitos e nem sempre minha casa está essa maravilha. Para diminuir a culpa posto fotos da bagunça mesmo a fim de demonstrar que perfeição não existe.

Repito: casa é um ser vivo e por mais que você a limpe/arrume, ela sempre se desarruma até o final da manhã ou até o final do dia ou mesmo durante a noite. Parece aquele filme "Toy Story" sem os brinquedos falantes e bagunceiros, no lugar deles temos louças, cobertas e roupas que se movem pela casa como se vida tivessem.

Também não é fácil firmar algum hábito. Acostumei a lavar a louça e depois fui passando de estágio - parece vídeo game - para também secar e guardar, também para deixar a pia seca o dia inteiro. Pode parecer bobagem, mas são coisas que fazemos em busca de organização e também de melhores hábitos de higiene, garantindo a saúde daqueles que usam a tal cozinha - sem mofo, mais saúde. Quanto tempo demorou isso? Bem, estou em Londrina há um ano e meio e somente aqui passei a cuidar da casa sozinha, então foi exatamente isso: um ano e meio para chegar ao ponto em que estou.

Constantemente é preciso achar novas motivações, novas forças que por vezes não sabemos de onde vem.

É um trabalho diário correr atrás do tal minimalismo e cada qual tem sua medida. Muita coisa foi e muita coisa ainda está presa talvez por sentimentos e o caminho é longo, sendo percorrido com muita paciência comigo mesma e um dia chegou no meu ideal - ainda falta muito.

O blog - tenho procurado atualizar diariamente e no último mês estou mais devagar por diversas razões. A média das pessoas que visita o blog continua a mesma, mas não sei se as pessoas querem ouvir as mesmas coisas todos os dias e é isso que acontece porque é uma luta diária. Por vezes não tenho assunto nem para as mesmas coisas. Entretanto, disso tudo sou muita grata a todos que por aqui passam. Pessoas educadas comigo e com os demais leitores. Pessoas delicadas e que sempre se tratam com respeito mesmo com opiniões diferentes. Pessoas que me ajudam demais nesse caminho todo e que sem elas eu não estaria ainda nesse caminho nem mantendo esse espaço.

Meus filhos participam, acompanham e pedem alguns textos, adoram as fotos de organizações e destralhe, além de terem aprendido comigo nesse caminho todo e eu aprendo todos os dias com eles e suas observações.

Sei que não sou perfeita e já frustrei alguns leitores quando voltei a fumar, mas não é do meu feitio mentir ou dizer que tive sucesso quando a realidade não é essa. Então, honestidade é o que vocês encontrarão por aqui, tanto para notícias boas quanto para notícias nem tão boas assim.

Todos os dias eu procuro melhorar e fazer o meu melhor. Não, não é fácil! E esse espaço e todos vocês são meu maior incentivo.

Digo uma coisa e em outros dias digo outra. Metamorfose. Mudança. Eu me tornando outra pessoa ou diferente em determinado aspecto. Ninguém é igual todos os dias. Podemos tentar seguir uma linha reta e certamente não conseguimos porque a cada dia somos diferentes ou estamos diferentes ou estamos felizes demais ou estamos tristes demais e todos esses estados vão alterando a forma de realizar as coisas ou de pensar as coisas.

Sou muito grata por todos que passam por aqui, comentando ou não! Sou grata pela família que tenho e que me apoia muito! Sou muito grata à Marina que me colocou nesse caminho e me trouxe a idéia do primeiro ano sem compras! Sou muito grata à Adriana que quando viu o blog indo para o esquecimento me chacoalhou e ficou inticando até eu voltar! Sou muito grata à Zilda, Ana Margarida, Andrea, Gabriela, Maria Zinom, Cristina, Maria José e todas as outras leitoras que sempre me levam à reflexão com seus comentários!

Sou muito feliz por vocês estarem na minha vida! Obrigada!.


sexta-feira, 27 de junho de 2014

Experiência compartilhada - CECILIA e suas roupas...

Mais um comentário que trouxe reflexões:
"E o minimalismo de fato faz parte de um processo que envolve conhecimento e auto consciência. 

Com o tempo vai ficando mais claro o estilo, seja em relação a objetos ou vestuário, além disso vai se adaptando para um estilo de vida diferente. 

E temos que ter paciência com nós mesmos no destralhe, compreendendo que algumas coisas serão mais difíceis de desfazer do que outras. 

Um dos itens que tenho dificuldade de desfazer são as roupas. Pensando nisso, há uns 2 meses comecei a usar todas as minhas roupas na forma de rodízio. Assim, quando uso uma calça, por exemplo, coloco ela em um pilha. As que ainda não foram usadas em outra pilha. E faço este mesmo processo com todos os itens (blusas, vestidos e saias). 

O que eu descobri é que pude fazer combinações inusitadas, que ficaram muito bacana e nunca tinha pensado em fazer. Além disso, ficou muito claro as roupas que realmente não fazem parte do meu estilo, pois nunca conseguira combiná-las com nada ou quando colocava, não achava que ficava legal. 

Outra coisa é que ficou nítido os itens que tenho demais e os que preciso comprar mais algumas peças. Enfim, tem valido muito a pena este método, estou usando muito mais combinações e conseguindo finalmente definir melhor o meu estilo. grande beijo e sorte na empreitada. Cecília."


O caminho é realmente esse. Já percebi muitas diferenças, realmente consumia algumas coisas somente por consumir ou para ajudar na comissão da vendedora (rs) e depois não podia nem enxergar e depois ficava com dó de jogar fora e assim tudo ia se acumulando. Ainda bem que é uma fase que já passou... parei de consumir bobagens e consigo jogar fora mais facilmente, embora ainda haja coisas a destralhar...
 
Por falar em destralhe realmente é uma necessidade constante. É aquela caixa de algum artigo, tão bonita quanto inútil. Roupas que você pensa que em um dia ensolarado lá no Japão você poderia usar, mas você nem pensa e nem pode ir para lá e lá seria o único local possível de vestir tal vestido vermelho com estampa de dragão. E por aí vai com as bobagens que compramos em momentos de total ausência de razão.
 
Foi preciso muita paciência e ainda é preciso muita paciência comigo mesma porque algumas coisas ainda são difíceis, mas estão indo embora bem mais facilmente.

Adotei quanto às blusas e vestidos o método do cabide, coloco o cabide virado e vou desvirando conforme uso, por incrível que pareça quase todos já estão desvirados, e os virados são os famigerados "terninhos" e "blazers" que ainda preciso usar ou me desfazer...

Essa semana fui assombrada pelo meu passado de consumo. Fomos eu e Izabel na Tok & Stok, eita loja que me faz cair em tentação! Precisávamos de uma cadeira para o quarto. Eu estava adiando porque trouxe a antiga da Izabel de Cornélio e comprei uma para o Pedro que não tinha. Pois bem. Ela pegou a cadeira do Pedro emprestada para estudar e o Pedro reclamou de dor nas costas ao ficar sentado na cadeira antiga.

Compramos a cadeira, igual à do Pedro e ficamos circulando... Izabel escolheu duas plaquinhas para a porta do quarto dela e do irmão, eu um pinguim vermelho - eu tinha um casal sobre a geladeira e em uma das mudanças um deles quebrou - e um quadrinho para a cozinha que inclusive estava em promoção. Vimos espírito santo com e sem esplendor - queria muito colocar na cabeceira da cama - e consegui resistir. Cestinhas de crochê que eles colocaram algum produto para ficar bem firme, lindas e que ficaram por lá. Copos, pratos e aquilo foi girando na minha cabeça.

A intenção era gastar R$ 100,00 em "coisinhas" e terminei por deixar R$ 150,00 na loja.

E a coisa não parou por aí. Promoção de sapatos da schutz na privalia - site de compras coletivas. Enchi o carrinho com pelo menos quatro pares de sapato até ter um momento de lucidez e perceber que sequer tenho onde guardar os ditos sapatos. Página fechada e compra não feita.

Roupas. Não preciso de mais roupas do que já tenho. Aliás, ainda preciso destralhar. E lá foi a pessoa para o site encher carrinho de roupas e fechar.

O que foi muito chato foi perceber estar tentando retornar a um padrão anterior. Logicamente consegui controlar meu impulso de compra e consumo, mas passei a semana com uma sensação muito ruim.

E vamos caminhando e controlando essa vida cheia de altos e baixos...

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Sobre a vida e a possibilidade de alcançar os sonhos...

A Cristina passou pelo blog e deixou uma porção de perguntas:

"Oi, Ziula, eu passei na OAB-DF há pouco tempo, mas ainda não advoguei, me interesso mais pela carreira pública. Estou com 26 anos e já sou casada, tenho filha, enfim. Me conta se você passou na prova de magistratura com que idade, se já tinha família? Porque às vezes acho que pra passar tem que estudar uns 4 anos seguidos, poderia me contar sua experiência?".

Primeiro eu perguntaria "qual o seu sonho?", "porque escolher a carreira pública?", "quais os seus objetivos?".  Respondidas essas questões e delimitado o que quer fazer na carreira pública, posso dizer que é possível sim, mesmo casada, mesmo com filha, alcançar o que você quer. Realmente vai precisar de muita dedicação e o tempo em anos varia de pessoa para pessoa, do tempo dedicado em cada ano.

Conheci uma pessoa que eu tinha a idéia, errônea diga-se de passagem, que jamais passaria em qualquer concurso. Pois bem. Oito horas de estudo diariamente, acho que dois anos, e hoje é Juíza Estadual. Fiquei admirada! E também cada vez mais convencida de que o ser humano consegue tudo o que quer quando realmente quer e gasta sua energia em prol desse objetivo.

Eu casei com 17 anos, tive filho com 17 anos e nem havia terminado a faculdade de Direito e parte da  história está aqui no post "Por onde andei". Advoguei cinco anos e terminei por passar no concurso e conto novamente a história aqui "Saudade e experiências" e falo mais um pouco sobre o concurso no post sobre um faqueiro "Quem vai ficar com ele???", pode parecer estranho mas é que ganhei esse faqueiro do meu avô e ele, meu avô, foi fundamental para que tivesse confiança suficiente ao prestar as provas.

Cristina, tem muita coisa no blog relatando minha experiência e cada pessoa faz sua própria história. Meu conhecimento foi adquirido em cinco anos de trabalho das 06h00 à meia-noite, inclusive sábados, domingos e feriados, incluídos recessos forenses e com tanto serviço era obrigada a estudar para dar andamento nos processos.

Também conheço pessoas que simplesmente estudaram durante a faculdade inteira para determinado concurso e pouco tempo depois foram aprovados. Outras pessoas tentaram concurso durante nove anos e somente passaram nesse nono ano.

Assim, desejo que você encontre seu caminho e siga por ele até seu objetivo maior!!! Boa sorte!!!

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O que fazemos todos os dias desde sempre e para todo sempre

Desde que acordamos até voltar para a linda e quente cama tomamos decisões, por vezes até após estarmos deitados ficamos tentando decidir algo para o dia ou meses seguintes.

Antigamente as idéias e compromissos que precisavam ser agendados eu ia anotando em uma caderneta, depois anotei no celular e agora voltei para o papelzinho na bolsa, isso porque já faço imediatamente o que é possível e o que não é anoto no dito papelzinho, fazendo logo que posso.

Dessa forma, faço tudo que é possível, o essencial é feito e o que está por fazer saí da cabeça e vai para uma anotação em local bem visível e não demora a ser feito.

Essa necessidade de decidir o que fazer primeiro certamente traz algum nível de estresse até que seja colocado em prática e eliminado de qualquer lista escrita ou mental.

Realizar as tarefas mais fáceis assim que surgem é uma forma de diminuir a ansiedade e fazer sobrar tempo para tarefas mais complexas. Por exemplo, de manhã, a partir das 06h00 até às 08h00 -ou madrugada como queiram - costumo coar e tomar café, colocar a roupa na máquina, pendurar a roupa da máquina, lavar a louça, alimentar as crianças antes da saída delas para a escola, alimentar os animaizinhos de estimação e lavar o local onde ficam trocando também o tapetinho higiênico, escovar os dentes, pentear os cabelos, escolher a roupa para trabalhar, checar e-mails, atualizar blog, arrumar camas, recolher e guardar roupas secas. Eu faço isso todos os dias não necessariamente nessa mesma ordem, mas sempre religiosamente antes de sair para trabalhar.

Depois disso ainda existem "n" tarefas e priorizar uma delas ou apenas algumas delas é tarefa que realmente precisa ser feita, sob de prioridades serem atropeladas por coisas menos importantes e o foco terminar por ser perdido.

Trabalho fora de casa no horário que já estabeleci e a partir das 08h30. Terminei por deixar de preparar as refeições, pois para isso estava levantando às 05h00/05h30 para isso. É preciso estabelecer um custo/benefício e isso estava me deixando exausta.

Então, uma vizinha que precisava trabalhar e uma pessoa que trabalha fora que precisava de comida. Junta uma com a outra e tenho refeições caseiras todos os dias por um preço justo. Ela cozinha para a família dela e também para a minha. De vez em quando até peço um bolo, delicioso e bem mais saudável que aqueles comprados em panificadoras e mercados que para durarem mais certamente possuem mais conservantes, acidulantes e outros "antes".

Mercado sempre foi uma coisa que não gosto de ir, ao contrário do meu ex-marido que não pode ver uma placa de mercado e já vai entrando (rs). Problema também solucionado! Passei a utilizar o delivery de um mercado aqui de Londrina. Interessante o sistema porque apesar de gastar R$ 10,00 para que façam a separação e entrega dos produtos na minha casa, deixo de comprar muitas tranqueiras que acabam vindo parar aqui por ir ao mercado com fome ou por ver alguma novidade. Assim, vou fazendo a lista no celular e quando faço a compra no site restrinjo as compras a exatamente o que preciso.

Pelo jeito as coisas estão caminhando para sobrar mais tempo e estou curiosa para ver onde todo esse processo vai parar, inclusive fazendo testes como, por exemplo, realizar à noite quase todas as atividades da manhã e assim ter disposição para outras coisas quando acordo, resolvendo pendências que teriam que aguardar algum tempo livre.

A rotina da forma como estabelecida atualmente já rende frutos mesmo que esses sejam somente a satisfação de ver tudo pronto e arrumado. Estou me permitindo alguns momentos de "dolce far niente" e isso é muito bom, mesmo que fique fazendo alguns planos mentais nessas horas e organize mentalmente um outro tanto de coisas... mesmo com atividade mental não me permito levantar de onde estou para fazer as coisas que penso e é um grande avanço para quem não conseguia parar um minuto sequer.

Como você organiza sua rotina? Já houve alguma mudança depois que se tornou mais organizada?


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Em consumo não existem milagres (parte II)

Quando tudo acontece ao mesmo tempo é porque estamos passando por um ciclo que precisa ser todo percorrido para depois se fechar e essa foi a explicação que recebi hoje para esse excesso de atividades dos últimos dias.

Não bastasse a mudança e todos os detalhes já contados por aqui, o seguro do veículo vence na segunda-feira e é preciso fazer a renovação. Nem saio da concessionária antes de fazer o seguro quando compro um carro e não ando um dia sem seguro depois de comprado. Tenho "n" razões para isso e um dia conto por aqui.

Pois bem. Há quatorze anos renovo com o mesmo corretor de seguros e há quatorze anos ele atende maravilhosamente. Assustada com o tanto de despesas acumuladas, achei um absurdo o valor enviado por ele e fui pesquisar preços, sim, fui pesquisar depois de quatorze anos e com toda a correria dessa semana e com as inúmeras atividades somadas, afinal a pessoa tem que ficar extremamente sobrecarregada, caso contrário parece que não é feliz.

Bingo!!! Metade do valor. Ligo para meu filho e juntos começamos a criticar nosso corretor, agindo de maneira totalmente incorreta e precipitada. Desculpe aí corretor!!!

Era a metade do valor porque as coberturas eram bem inferiores, não havia cotação para parabrisa, faróis e retrovisores. Não bastasse isso, pasmem!, o valor da franquia era três vezes superior ao da seguradora antiga e ambas eram reduzidas. Para terminar, eu precisaria atravessar a cidade toda para fazer a vistoria para trocar de seguradora. 

Como podem concluir só iria complicar minha vida, trazer transtornos e perda de tempo, além de ser muito, muito, muito mais caro se considerados todos os itens relatados.

Alteramos uma coisinha aqui outra ali na seguradora antiga e o valor ficou o mesmo da nova seguradora que ao alterar as coberturas e acrescentar itens chegou no valor da antiga. Não havia economia.

Já nem sei se preciso pesquisar tanto, fiz assim com as coisas da casa e no final parece que tudo é tabelado, ou melhor, tem que fazer uma rápida pesquisa, mas sem perder muito tempo nem estressar.

Depois havia ainda o pneu furado. Estava trabalhando há uns quinze dias e vieram avisar que o pneu estava furado. Acionei a seguradora, trocaram o pneu e eu tinha que mandar consertar. Lá ficou o pneu no porta malas até meu filho me alertar essa semana que se eu passar em uma blitz serei multada porque é item de segurança. 

Lá fui eu após o trabalho consertar o pneu. Sugerido o rodízio de pneus para evitar uma troca imediata de pelo menos dois (mais despesa!!!), balanceamento e alinhamento. Lá se foi mais uma hora do meu dia.

Qual a conclusão de tudo isso? Se puder andar de transporte coletivo, carona e até táxi, com certeza sua vida será mais tranquila e mais econômica, acredite!!!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ele era tão lindo... que até me fez acreditar...

Marco horário. Comparece exatamente na hora marcada. Lindo! Um metro e noventa e pouco, ossatura imensa, não era gordo, cabelos lisos jogados "ao vento", barba rala e muito bem aparada, bem vestido. Defeito? Suava muito enquanto conversávamos.

Parecia entender tudo que eu queria e o que era possível dizia estar disposto de estudar outra maneira de fazer. Explicou tudo "tim por tim", tipo de material, forma de fixação, deu sugestões, prometeu projetos diferentes até achar o que mais me agradava, mencionou prazo de vinte dias.

Também prometeu que até segunda-feira entraria em contato e que desse dia não passava.

Pois é! As aparências não enganam e o rapaz da marcenaria deu notícias do projeto do quarto do Pedro no final da tarde de segunda, embora com algumas adaptações que serão necessárias.

Aposto que a Adriana achou que era outra coisa!!!

Voltando à mudança... todos os objetos de cozinha estão encaixotados, não será feita comida em casa essa semana e somente ficou nos armários o que era extremamente essencial. Consegui ontem resolver tudo isso e fiquei muito animada considerando que terça e quarta faço audiências o dia todo e nem terei tempo de pensar em mudança!

Lembram que falei do e-mail dos problemas técnicos em relação ao cooktop e forno? Ontem mesmo recebi uma ligação da síndica informando que os produtos chegaram. Já agendei o corte da pedra para instalar meu lindo fogãozinho que vai evitar usar microondas por longos e penosos dias.

Hoje entregam os móveis Kappesberg e a Colombo vai agendar a montagem no prazo de cinco dias. Tudo tranquilo mesmo!!!

O único porém é que estou na esperança de algum eletricista ligar para colocar lâmpadas e chuveiros. Sim, não há uma única lâmpada no cafofo e nem condições de tomar banho. Entrei em contato com vários eletricistas e nenhum retornou ainda.

Faxineira para fazer a limpeza inicial do novo apartamento já contratada e irá na quinta-feira.

Por enquanto estamos indo bem e vai continuar assim.

Considerando que muita coisa ficará nas caixas até que os móveis fiquem prontos... aqui estão minhas caixas com RG e CPF...


 


terça-feira, 14 de maio de 2013

Rainha da louça limpa e do chão sujo...

Já cansei de contar como sou organizada com louça, roupa, sapatos. Tudo organizado e nos seus devidos lugares. Basta ir levando cada coisa para seu canto quando se movimenta dentro de casa. Foi para o quarto e lá são guardados os sapatos, leve-os junto e coloque na sapateira, armário ou seja lá onde eles devam ficar.

Está arrumando um cômodo. Vá até o final. Se mantiver tudo em relativa ordem é certo que a arrumação diária não leva mais do que dez minutos.

Dia desses até brincaram comigo que isso é sociologia jurídica aplicada às lides domésticas. O processo é um conjunto ordenado de atos e tudo na vida deve ser um conjunto ordenado de atos. Faça uma tarefa, termine com ela, passe para a outra e termine, pode até fixar intervalos como cinco, dez ou quinze minutos, mas faça.

Até aqui tudo lindo! Pois é! 

Hoje senti que corri o risco de ficar "grudada" para sempre no chão da cozinha. Sim, continuo teimando em não ter empregada, diarista ou ajudante. Confesso que até tentei algumas vezes, entretanto minha irritação foi tanta que desisti definitivamente. Estabeleci uma forma de arrumação e limpeza (aparente limpeza!) que é rápida e eficiente, sendo que fico meio irritada quando outra pessoa não faz do meu jeito e demora cinco vezes mais. Estou errada? Talvez, mas prefiro assim, pelo menos por enquanto.

Voltando à cozinha. Nada me dá mais preguiça que passar pano no chão, nem mesmo passar roupa. Quando cozinho vou deixando tudo limpo. A novidade é que não sou a única cozinheira da casa, pois Pedro Henrique, onze anos, resolveu descobrir o prazer da culinária, dos sabores, das ervas e a partir disso vocês já sabem o resultado.

Ele cozinha maravilhosamente bem e o chão da cozinha fica todo colorido de cebolas, tomates, abobrinhas, folhas verdes e tudo mais que possa escapar na hora da emoção.

Tudo resolvido hoje. Cozinha limpa e higienizada. A próxima? Talvez daqui a quinze dias, pois somente passei a correr riscos depois de quinze dias sem passar pano. Eca! Brincadeira! Pelo menos duas vezes por semana será necessário lavar, é o que indica o ritmo de nosso novo chef que agora resolveu se aventurar também em doces e diz que quer ser "cozinheiro" e não "chef".

Minha casa já não é tão limpa como em Cornélio onde havia empregada de segunda a sábado. Minha casa talvez não seja tão, tão organizada como era por lá. O maravilhoso disso tudo é que minha casa está mais feliz, mais perfumada e com gritos de "Mãe, sente o cheiro dessa cebola fritando!!!".

E somente tenho direito a isso: o cheiro. Sou proibida de entrar na cozinha durante a preparação, pois muitos ingredientes "secretos" são usados, segundo nosso novel cozinheiro.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Tem dias que não são fáceis... e mesmo assim terminam bem...

Tenho um amigo que está empenhado em vencer minha agorafobia. Não, ele não sabe que sofro desse mal, aliás nem desconfia, mas é persistente.

Convite para o baile. Aquele baile onde fomos fantasiados de convite, lembram? Recusei. Ele insistiu. Ponderei que a esposa dele iria ficar chateada. Ele mandou mensagem dizendo que ela estava lendo e concordava que fôssemos no baile, embora ela tivesse compromisso. Santo despreendimento! Confesso que eu não teria.

Depois um happy hour. Mencionei que não tinha com quem deixar o Pedro e ele marcou exatamente para o horário em que o menino estava no krav magá. Ainda conseguimos que o Pedro fosse depois da aula de defesa pessoal e lanchasse.

Quarta-feira um jantar na casa de amigos. Novamente usei o Pedro como desculpa, falei que não iria. Ele insistiu e disse que o anfitrião já havia providenciado um vídeo game para o Pedro jogar ou então ele teria uma babá que um amigo disponibilizou porque não iria sair. Entre levar ao jantar e a babá, optei pela primeira alternativa e lá foi o menino cansado e resmungando depois de um dia inteiro de atividades.

Detalhe, fui vestida de banheiro de shopping. Agora os banheiros do shopping novo tem as paredes revestidas com a estampa da Burberry, pode?

Fantasias não me faltam no dia a dia. Embarquei em um voo da Gol tempos atrás e mimetizei com a poltrona. Meu casaco tinha a mesma estampa! Estou precisando reformar o guarda roupa e só não o fiz ainda em razão da diversão que essas coincidências proporcionam.

Esse dia também não tinha sido fácil para mim. Audiências das 09h00 às 17h00 sem sequer voltar para casa no horário do almoço. Cozinha cheia de louça para lavar. Quartos bagunçados. Sala um horror. Banheiros sujos. Roupas espalhadas esperando um destino. Sujeira por todo lado.

Valeu todo o caos que deixei para sexta-feira, sim, sexta-feira, pois na quinta-feira tive a mesma rotina de trabalho e sem almoçar em casa.

O jantar estava simplesmente maravilhoso, com pessoas ótimas, conversa divertida e devagar a cura da fobia vai se delineando. Penso que Londrina vai acabar com meu pavor de gente, pelo menos é o que espero e o que vejo se descortinando.

Cansada, mas feliz! Pedro também cansado, mas feliz também, inclusive com convite para conhecer o batalhão e os profissionais de uma área que ele também tem interesse: polícia de choque!

Tudo super certo!

Detalhe para encerrar: sala cheia de caixas para começar a organizar a mudança. Quer mais?

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Surto e como a "suposta" cura deve ser monitorada...

Ontem tivemos uma palestra sobre transtornos mentais (não sei se esse é o termo correto e não vou buscar minhas anotações agora, considerando o pouco tempo para escrever) e a psiquiatra mencionou como a falta de sono pode desencadear a mania/euforia em pessoas diagnosticadas com transtorno bipolar.

Pois bem. Já não lembro se falei por aqui e já confessei ter a memória curta, assim acaso esteja sendo repetitiva me perdoem.

Tive todo aquele perrengue com o apartamento, relatado em postagens anteriores, relativo ao fato de ser sol da manhã e a nova construção fazer sombra total, depois sobre o fato de descobrir que não era sol da manhã e que teria sol mesmo com a nova construção, enfim, aquela coisa toda.

Imediatamente às descobertas falei com a gerente do meu banco e perguntei quanto poderia financiar. Ela mencionou um valor absurdo e somente esse valor se fixou na minha mente. Aqui já começo a rir, porque pensava no valor que poderia financiar e poderia comprar o apartamento maior que eu quisesse, abstraindo completamente o fato da prestação ser totalmente compatível com esse valor e, logo, acabaria com meu equilíbrio financeiro.

De posse da informação do valor que poderia financiar, fui procurar a melhor, sim, a melhor, construtora de Londrina e olhar os melhores apartamentos. Olha o surto!!!

Passados dois dias e logicamente sem fechar nenhum negócio, tudo ficou claro e vi que estava acabando com todas minhas intenções de vida simples, minimalismo, equilíbrio financeiro, ausência de empregada doméstica, etc. Olha a importância do autoconhecimento, de certa forma eu sabia que estava em surto.

Acaso tivesse tomado alguma atitude hoje estaria frustrada e arrependida. Observem que esses surtos não ocorrem somente com grandes investimentos ou loucuras, mas também com atos do dia a dia, com pequenas compras, uma blusa, um sapato e isso diariamente mina todas as boas idéias que temos de como viver melhor, além de desanimarmos com o fracasso do projeto.

Não tenho nada para pagar do apartamento novo, não tenho financiamento, não tenho prestações, não há razão para me "enfiar" em uma prestação imensa.

E porque estou falando tudo isso? Porque agora que resolvi ficar no meu pequeno apartamento de oitenta metros estava entrando em surto novamente. Pensando em iluminação especial, alguns pendentes em cima do balcão que separa cozinha da sala, papel de parede, paredes coloridas, espelhos por todos os lados e por aí a coisa estava andando, isso não permitia tomar sequer um rumo racional.

Descobri que estou muito cansada, meu sono está prejudicado, acordo de madrugada todos os dias e preciso primeiro ajeitar meu sono para depois tomar as pequenas decisões diárias que a mudança vai exigir.

Uma coisa é certa. Vou voltar no post do roteiro que tinha feito para o apartamento do Renato, seguir aquele roteiro como se não fosse uma casa para morar definitivamente e depois de todo o básico ficar pronto verificar se ainda tenho vontade de toda a "perfumaria" que eu estava pensando.

Falta de sono, sono perturbado, idéias perturbadas, necessidade de ajuste e de paralisar tudo que eu estava pensando.


quarta-feira, 17 de abril de 2013

Mais transtorno obsessivo compulsivo...

Comentário de mais uma pessoa em busca da superação de si mesma e do rótulo que recebeu:

"Bom dia Ziula, sigo diariamente o seu blog porque gosto de me inspirar naquilo que vc escreve. Aliás, tento me inspirar em pessoas que levam um dia-a-dia normal, ao contrário de mim. Meu nome é Carolina, sou advogada, e sofro de Transtorno Obsessivo Compulsivo. Estou em tratamento e tudo que eu possa buscar a fim de melhorar a mim mesma e ajudar outras pessoas eu tenho feito, eis que esta doença causa um profundo sofrimento e muita vergonha. Pois bem, como tenho forte admiração pelo trabalho que realiza no blog, gostaria de convidá-la a conhecer a comunidade que criei ontem no facebook para mostrar às pessoas que TOC tem controle e que podemos levar uma vida praticamente normal, tirando alguns rituais, é claro (rssss). Se vc gostar do conteúdo e se puder, gostaria que a divugasse no seu blog, a fim de qua mais pessoas possam vê-la e se conveçam a buscar ajuda. Obrigada e um grande abraço. http://www.facebook.com/tocandomentes?ref=ts&fref=t"

Está divulgada a página e já "curti" no facebook. Precisamos nos unir para superar nossas manias e transtornos até concluirmos que somos senhoras de nós mesmas.

Não precisamos de rótulos. Precisamos de autocontrole, da identificação das dificuldades e superação dessas dificuldades.

Minha filha filmou quando eu estava comendo um doce que amo da Confeitaria das Famílias em Curitiba. Adoro esse doce e quando estava grávida dela somente o encontrei nesse local, o famoso papo de anjo. Pois bem, depois fui assistir e percebi que enquanto estou comendo, segurando o alimento com a mão direita, fico o tempo todo movimento os dedos da mão esquerda. Achei engraçado na hora, mas fui tomar café da manhã no hotel e quando percebi estava tendo a mesma atitude. Até o momento em que não me dei conta, não houve problemas, mas agora estou incomodada e achando que irrito os outros, embora ninguém tenha reclamado até hoje.

Outras situações bizarras acontecem diariamente.

Recebo todos os dias pela manhã  "Kit Frutas" que vem em um saquinho de papel craft, lindo, tiro a etiqueta com todo o cuidado e guardo a embalagem. Pensava em desenhar um coelhinho que só eu sei desenhar e aprendi com minha mãe, fazendo uma embalagem para entregar doces para minhas crianças na Páscoa. É claro que não fiz, fomos viajar e a Páscoa foi diferente do programado.

E o vidro de leite de coco? Alguém já percebeu como o vidro de leite de coco é lindo? Eu já! Faço peixe com leite de coco, bolo com leite de coco e tenho uma dificuldade imensa em jogar o vidro fora depois de lavado. Tenho conseguido descartar, mas sempre penso em guardar para colocar flores, fazer algum enfeite para casa.

Como podem ver, cada qual com suas manias e loucuras. O importante é tomar consciência e controlar esses impulsos.

Vamos nos ajudando e trocando experiências!

 

sábado, 13 de abril de 2013

Cansada e ainda tem mais...

Chegamos na quarta às 07h00. Eu e Izabel. Curso. Passeios. Restaurantes. Tentando recuperar o tempo perdido,  primeiro com ela morando com o pai dos nove aos dezessete anos, depois com escola e formatura, agora com faculdade e estágio. Tudo isso somado ao fato que ela recusou ir para Gramado.

Almoçamos no Spaghetto Ristorante e após rumamos para a Rua Teffé, a rua dos sapatos em Curitiba. Caminhamos até quase escurecer. Não vejo a menor graça nessa rua. Sapatos esquisitos e com o mesmo preço de shopping, mas a Izabel queria muito e fomos. Saímos de lá com duas sapatilhas e uma camisa para ela.

Curso das 19h00 às 21h00/21h30. Jantar no Taisho do Batel. Acabada a essas alturas, completamente cansada e no outro dia curso das 08h00 às 18h00 com uma hora de intervalo e direito a cartão de ponto. Almoçamos correndo na Doce Morena Café. O sorvete de queijo com goiabada é simplesmente maravilhoso e o escondido de batata salsa com carne seca estava excepcional.

Jantar? No Outback do Shopping Curitiba. Algumas compras no shopping. Um blazer para a Izabel que agora está fazendo estágio e foi falado que não seria conveniente usar camiseta, mais uma blusa para colocar com o blazer. Finalmente encontrei minha calça preta, aquela que eu estava procurando há muito, até já postei a foto daquela que eu queria por aqui e encontrei uma muito parecida, pois quem procura e espera sempre acha. Uma camisa nova, essa eu queria para usar com a calça e outras peças!

Sexta mais nove horas de curso. Almoço correndo em um restaurante self service bem mais ou menos, porque a pessoa aqui cheia de senso de direção não conseguiu achar aquele que queria. Lanche de início da noite na Empada Brasil onde tem a melhor empada que já comi. Dorme um tantinho e vai para o teatro.

Quanto ao teatro confesso que tenho preconceito com piadas e raramente consigo rir de gracinhas, principalmente, embora não só, quando a produção é nacional. Finalmente estava redondamente enganada e chorei de tanto dar risada. Se alguém tiver oportunidade assista "A Tarada do Boqueirão", hoje ainda passa no Teatro Lala Schneider.

Programação para hoje? Encontrar uma baqueta para a Izabel, pois segundo ela somente aqui tem tempo para procurar e lá vamos tentar encontrar a Rua Barão do Rio do Branco. Feijoada com MPB e samba no bar e restaurante "Aos Democratas". Visita, e somente visita mesmo, no Shopping Barigui, esperando que não haja programação noturna (rsrs). Domingo vamos embora, descansar um pouquinho e iniciar a loucura da semana.

Nem imaginava que eu ainda tinha essa resistência física.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Mais uma de consumo... sapato com salto dourado

Hoje encontrei uma amiga que há muito não via. Muito quer dizer em torno de seis meses. Já em Brasília, acho que em 2011 (memória que não ajuda!!!), ela comentou que não estava podendo usar salto, estava sentindo muitas dores e todas as demais sequelas de saltos de muito altos.

Saímos para o shopping. Eu não comprei nem um parzinho sequer, pois em pleno primeiro ano sem compras. Ela comprou uma porção alegando que precisava de sapatos com salto baixo.

Hoje estava com um salto imenso. Sapato preto com salto e detalhes dourados que deve estar muito na moda, considerando que muitas mulheres no curso usavam sapatos iguais ou parecidos. Comentei:

- Ah! Madame! Voltou a usar salto alto?

- Não, não voltei. Somente usei para vir aqui hoje. Vou operar os dois pés em razão de joanete já no mês que vem e vou ficar sessenta dias de molho!

Contei para a Izabel que riu muito e achei que vocês iam gostar também. 

Quais os motivos levam a comprar algo que a pessoa não pode usar, que agrava seus problemas de saúde e pode ainda causar mais malefícios aos famigerados joanetes que já causam muita dor?

Eu terminei por optar por estabelecer minhas "roupas de curso". Separei algumas peças e sempre uso as mesmas. Hoje até falei para a Izabel que os comentários devem ser no sentido de que não tenho roupas ou que uso uniformes. Um ou outro comentário, sinceramente, não mudará minha vida e prefiro ficar assim. Armário cheio no atual estágio ou uma roupa para cada curso somente me traria mais trabalho para conservação/organização e minaria meus planos financeiros.

Você se preocupa muito com o que os outros pensam sobre o que você usa?

quarta-feira, 10 de abril de 2013

E o que as pessoas pensam...

No aeroporto hoje pela manhã vem um rapaz, segundo minha filha era um velho, e puxa conversa enquanto esperamos as malas. Lá pelas tantas ele pergunta qual minha profissão, respondo. Continua o papo e quer saber se venho muito para Curitiba, falo que só nesse mês teria que vir duas vezes, pois preciso cumprir quarenta horas semestrais. Nisso ouço uma pérola:

- Nossa! Você só precisa cumprir quarenta horas semestrais? EU TRABALHO QUARENTA HORAS POR SEMANA!

- Espera aí! Eu preciso cumprir obrigatoriamente quarenta horas semestrais de curso, mas trabalho todos os dias também!

O que será que passa na cabeça das pessoas? Se eu vivesse com todo o glamour e falta de trabalho que pensam nem eu aguentaria!!!


domingo, 7 de abril de 2013

Ouvir a sensação que o fato desperta e não seus desejos...

Tenho visto tanta coisa pela vida e aprendido com o resultado dos meus atos.

O aprendizado mais importante que tive foi não agir quando o sentimento despertado é ruim, não agir mesmo pensando que talvez eu, superpoderosa, possa mudar o que sinto ou mudar a pessoa, porque não muda, isso tenho certeza.

Vejo pessoas entrando em relacionamentos fadados ao fracasso e também já fiz isso. Ouvi meu desejo de dar certo mesmo sabendo que o resultado seria um estrondoso desastre.

Há anos aprendi a prestar mais atenção à sensação que tudo me desperta e tenho corrido longe de qualquer coisa que desperte sentimentos ruins, pois pequenos momentos de prazer ou alegria não compensam horas de sofrimento. Isso é uma parte do objetivo de minimalizar sentimentos e relacionamentos.

Essa semana, no trabalho, determinei a substituição de determinada pessoa que prestava serviços específicos para nós, pessoa não concursada e cuja designação é permitida por lei, devendo ser alguém de confiança do juiz. 

Quase uma década trabalhando com a referida pessoa e, após algumas notícias, senti que deveria trocar para não arriscar algumas situações futuras possivelmente desagradáveis. Não quero fazer ouvidos moucos para o que eu estou sentido e se o tempo demonstrar que estou errada volto a chamar novamente. 

Interessante que conversava com um acolega e falei claramente:

- Estou com um sentimento ruim em relação ao "fulano" e não posso desconsiderar o que estou sentindo, pois se penso que pode não dar certo, com certeza não dará certo.

A pessoa lançou um olhar irônico, surpreso e do tipo "será que é isso mesmo? e se é porque estou agindo assim?". É que essa pessoa entrou em um relacionamento amoroso que tem tudo para dar errado, tudo muito rápido, rapidamente diversos avisos de conhecidos que não daria certo em razão da outra pessoa ser assim e assado, vários fatos se confirmando em poucos meses, promessas não cumpridas e depois a desculpa de que estava com problemas. Enfim, todos os sentimentos são negativos, mas o objeto da paixão dessa colega é charmoso, é isso e é aquilo, talvez ela pense ter poderes para mudar tudo de ruim que falaram dessa pessoa.

Até comentei que estava há anos sozinha e não tinha vontade de enfrentar uma barra dessas. Ligar infinitas vezes sem ser atendida. Hospedar-se onde por ele foi indicado, ele prometer aparecer e não aparecer. Crises de desaparecimento em razão de problemas. Ora, qualquer um pode ver que não vai dar certo e é claro que não dei qualquer palpite, somente me referi que não tinha paciência.

Há uns dois anos pensei em "engatar" um relacionamento com um rapaz (senhor? rs) que mora em outra cidade. Já no primeiro encontro vi que teria problemas em razão das conversas dele, pouco recomendáveis para quem quer um relacionamento a dois. Tentei mais dois ou três encontros e depois me afastei. Para que ou por quem eu deixaria minha paz? Se alguém quer ser salvo, procure ajuda médica ou psicológica ou psiquiátrica, porque não sou terapeuta e não perderia meu tempo com isso.

Enfim, já me estendi demais e o que eu queria dizer mesmo é que independemente do fato que aconteça, da decisão que você tenha que tomar, da atitude que lhe seja exigida no momento, ouça seus sentimentos. 

Se o sentimento for bom, siga em frente! Se o sentimento for ruim, corra para bem longe! E viva feliz!

sábado, 6 de abril de 2013

Pós venda testado após quase vinte anos

Duas peças para arrumar e nenhum contato da vendedora-amiga.

Compro roupas na mesma loja há quase vinte anos. A qualidade era excepcional, embora o preço fosse condizente com ela e eu ainda aproveitava as liquidações. Detalhe: comprava pouco em liquidação e a vendedora sempre afirmava orgulhosa: "você não é mulher de liquidação"(??????). As roupas duravam décadas e nunca tive qualquer problema.

Quando saí do primeiro ano sem compras terminei por comprar dois vestidos e uma blusa, não obstante tenha feito diversas observações para a vendedora quanto à qualidade ter baixado, que provavelmente tinham mudado de fornecedor e esse não era tão bom, alteração de número considerando que sempre usei 40 nas blusas e ultimamente somente o 38 me servisse apesar de ter engordado.

A blusa, ainda com etiqueta, voltou para a loja porque parecia manchada. Encaminhada pela gerente para a lavanderia voltou "novinha" e não percebi mais qualquer mancha.

O vestido mais informal na primeira vez que foi lavado descosturou e soltou um tecido na gola. Foi sugerido mandar reformar, só ficaria mais cavado atrás ou mandar para análise da fábrica, sendo que optei pela segunda opção, pois barato não foi.

Segundo vestido, formal, três cores e a mais clara manchou com as cores da mais escuras. Nesse caso somente deixei com a vendedora, ela falou que a gerente entraria em contato e a gerente nunca mais falou comigo.

Durante o primeiro ano sem compras eu ia até a loja e era bem atendida, tomava cafezinho e ficava conversando e olhando as roupas, embora percebesse um certo desagrado por não estar comprando, a gerente sempre brincava comigo na época em que eu comprava que eu tinha que ajudar a fechar a cota.

Sempre que eu ia até a loja a vendedora era solícita e, acompanhada pela gerente, mostrava todas as novidades, hoje quando passo na loja a vendedora sequer oferece um cafezinho e não pede para que eu olhe mais nada, também as sacolas que vinham para eu experimentar em casa, prática que não gosto muito, mas aceitava por educação, não chegam mais.

Mais de trinta dias e não tenho qualquer notícia dos meus vestidos! Você acredita em vendedora-amiga??? Sente-se solitária e busca companhia em lojas??? Acha que é muito bem tratada??? Experimente ter o primeiro problema com alguma peça...

Estou chateada e hoje mandei um recado no face, sem mencionar as peças, somente perguntando se tem alguma novidade e vamos ver se ela responde. Caso contrário, semana que vem terei que fazer uma visitinha e para saber o que está "pegando".

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Situações relacionadas com o consumo e nem sempre felizes...

Conversando com uma adolescente percebi que estava decepcionada com o pai sempre a negar itens básicos e sempre a priorizar seus próprios desejos por vezes até considerados "meio insanos". E não é só isso! Nem o local onde mora pertence ao dito senhor. Existe uma ação em trâmite há mais de treze anos cobrando metade do valor e agora está chegando ao final sem que tenha sido feita qualquer reserva para quitação, ou seja, o ser humano sequer tem onde morar. Mais, cheio de dívidas, empréstimos, juros de cartão de crédito e nem isso é suficiente para dar um passo à organização financeira, sempre vivendo como se não houvesse amanhã.

Detalhe! Os valores que esse senhor recebe são superiores aos que eu recebo e é fácil explicar como faço tantas coisas sem ter qualquer dívida bancária ou não, exceto as já faladas dívidas boas que terminarão em agosto desse ano, faltando pequeno valor para o segundo investimento. Só não é fácil entender o descontrole de certas pessoas.

Também recebemos essa semana uma triste notícia. Pessoa desaparecida há mais de vinte dias que foi encontrada já sem vida. Possibilidade de suicídio ou de assassinato. Qual a razão? Dívidas, desespero, depressão, agiotas, descontrole, desesperança. Uma adolescente desesperada sem a mãe, sem entender o que aconteceu, sem entender o porque aconteceu, sem entender o mundo em que vive e que leva à consequências desastrosas com desmonte de toda uma estrutura psicológica de quem se foi e de quem fica.

O único conselho que eu poderia dar, e se conselho fosse bom não se dava e sim seria vendido, é que a pessoa ao constatar um problema recorrente que lhe está tirando a paz deve procurar ajuda de amigos, familiares, profissionais da área da saúde, tudo isso antes que seja tarde.

Fiquei muito abalada com a notícia da morte, muito triste, pesarosa e pensando na forma como as pessoas se perdem na vida, se perdem da vida e perdem a vida.

Busque ajuda antes que seja tarde, isso se você tiver um problema.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Amor aos objetos

Recebi esse comentário da Maria e vou responder por aqui:

"Qrda Ziula:

Gostaria muito que me explicasses o que queres dizer com «na realidade está faltando é vontade e coragem para ser cada vez mais minimalista, para cada vez mais limitar os pertences ao essencial».

É todo o trabalho de teres de destralhar o que está a mais? É o amor aos objetos que foste adquirindo ao longo do tempo? É a super-auto-vigilância que temos sistematicamente de exercer sobre nós próprios para vivermos apenas com o necessário? É o cansaço do combate permanente contra a sociedade de consumo em que vivemos?

Também eu sinto muitas vezes que é uma atitude muito difícil de manter. Contudo, é a única atitude certa! Disso não tenho a menor dúvida. Todos os estudos e indicadores disponíveis nos alertam para isso. Temos de «empobrecer», de abrandar o nosso ritmo de vida, de nos concentrarmos no essencial: sermos melhores, mais cultos e mais sábios, valorizarmos a amizade e as relações positivas, sermos mais solidários e mais ativos na nossa comunidade.

Até podemos viver mais uns anos nesta vida de «fantasia», de faz-de-conta em que todos os habitantes do nosso planeta, incluindo nós próprios, podemos continuar a viver como se tivéssemos 7 planetas Terra para nos sustentar, mas os nosso filhos já não terão essa hipótese. E, por isso temos o dever de os preparar para o que vai acontecer."

Só para variar fico pensando muito quando recebo esses comentários e isso tem me ajudado demais nesse caminho por onde ainda estou engatinhando.

Uma parte da minha dificuldade é realmente o "amor aos objetos", a história de cada um. Tenho a consciência de que não me farão falta e ao mesmo tempo sinto um apego emocional imenso.

É o jogo de sofá antigo de cetim rosa que foi reformado e recebeu couro ecológico com a cor camurça. As horas de lavagem cerebral feita na esposa do seu Pubi para que vendesse o jogo que era da época do seu casamento e ela já esta uma senhorinha. São os pés palito. A forma de divã do sofá. O tempo em que convivi com seu Pubi e a esposa quando advogava. O seu Pubi tinha um bolicho embaixo no meu escritório de advocacia e era um bar onde se podia jogar boliche, embora eu nunca tenha frequentado porque havia muitos bêbados no local. É o casal de gêmeos que ele perdeu atropelados quando brincavam na calçada (e essa lembrança nem deveria ser minha!).

A cadeira do Coronel Libório Pimentel que minha tia comprou da família Pimentel e depois vendeu para mim, isso depois que enchi muito a paciência dela. A tal cadeira tem a marca da chaleira que ele colocava ali para tomar chimarrão. Para verificar se a água do chimarrão estava boa ele tomava pela bomba e cuspia no cachorro (não lembro mais o nome e até pouco tempo sabia como se chamava esse cachorro!), se o cachorro saísse latindo é porque a água do chimarrão estava quente o suficiente. É uma cadeira fabricada pela antiga fábrica Móveis Cimo e tem até a etiqueta embaixo do assento.

Podes encontrar também a boneca Stella comprada na Itália em uma feira de Firenze e assim batizada porque na época caiu uma chuva de estrelas cadentes. Era o anod e 1993 e foram duas semanas maravilhosas, inesquecíveis, passadas na Toscana com um dicionário português italiano embaixo do braço.

Outra boneca, da minha avó que hoje tem 92 anos. Quando ainda namorava meu avô, acho que nessa época, ele comprou a boneca para ela. Costureira, somente fazia alta costura, fez o vestido da boneca, lindo, azul claro da cor dos olhos dela (minha vó) com fitinhas em cima do tecido fininho. Recebi a boneca com o vestido já desmanchando e com a recomendação de que não contasse para o meu avô, porque ele iria ficar chateado embora eu fosse a única da família que poderia receber aquela relíquia porque iria cuidar (olha a responsabilidade!). Achei um costureiro, refiz o vestido e hoje ela está em uma caixa esperando a oportunidade de ir para o apartamento novo e quem sabe ficar enfeitando a cama ou alguma prateleira.

Três quadros pintados por Fernando Calderari. Pessoa simplesmente maravilhosa. Em 1996 eu passava horas no atelier somente olhando ele pintar. Uma vez pintou um retrato meu e depois passou tinta em cima porque tinha certeza de que poderia fazer melhor, palavras dele. Nunca fez. Pediu que eu trouxesse da Espanha uma tinta cuja cor era Terra de Siena. Somente pintava marinhas depois de determinado período da vida artística e desenvolveu uma técnica fantástica para pintar as nuvens. Fez com que eu entendesse que existiam nuvens de cor rosa e realmente existem. Fumava um cigarro de nome 775 ou 755 que era feito com folhas de alface. Recebi de presente algumas litogravuras (não tenho certeza se era essa a técnica) e que também estão na parede, mas essas tem outros desenhos como um lampião e uma fruta. Sempre digo para a Izabel que os olhos dela, azuis como o céu, foram pintados por Calderari e ela ri muito dizendo "sei".

E a gravura de Emiliano Di Cavalcanti? Namorei por meses na internet até que uma boa alma foi para São Paulo e trouxe de presente. O Pedro fala que a obra está inacabada, porque na parte onde tem uma rede pendurada somente pode ser enxergada a fixação de um único lado.

Assim é... poderia ficar o dia lembrando de objetos, seus significados, sentimentos que despertam, lembranças que afloram. Ainda não sei como lidar com isso e aceito sugestões!

domingo, 24 de março de 2013

Listas de discussões e contatos virtuais

Minimalizando os passeios virtuais e as mensagens recebidas.

Fazia parte de uma lista de discussões privativa da categoria. Mensagens desalentadoras. Críticas sem que soluções fossem apontadas. O caos anunciado diariamente. Tristeza. Desencanto. Pouquíssima matéria que pudesse ser usada no dia a dia. Cotidiado de desmonte. Todo mundo se entregando e não vendo qualquer luz no final do túnel, nem mesmo aquela do trem. Sim, poderia ser essa luz um trem a nos atropelar, mas nem trem havia. Somente escuridão.

Estou sendo trágica? Bem, pode até ser. O certo é que a cada mensagem me sentia pior, pequena, desvalorizada profissionalmente, sem esperanças literalmente.

Um belo dia, daqueles dias em que você acorda disposta a ser feliz apesar dos apesares, solicitei desligamento. O número de e-mails recebidos é ínfimo e normalmente daqui do blog, local onde somente tenho feito amigos e encontrado pessoas com soluções para suas vidas e sugestões para a minha vida. Sempre coisas positivas.

Está certo! Nem tudo pode ser cem por cento positivo, mas a maioria das mensagens são de apoio, alento, mudanças para melhor e aquelas outras mensagens em sentido oposto também ajudam a pensar, meditar e mudar.

O alívio que senti ao não mais receber essas mensagem não posso nem dimensionar.

Minimalize seus contatos virtuais! Retire tudo que possa trazer pensamentos negativos! Exclua pessoas que não lhe fazem bem da vida real e também da vida virtual! Tenho bloqueado algumas pessoas que ficam se queixando no facebook e quando abro essa rede social somente tenho contato com aquelas que podem acrescentar alguma coisa! 

É preciso peneirar para não se deixar contaminar!!!

sábado, 23 de março de 2013

Meu carro... boas e más notícias da pechada

Aprendam mais essa: pechada na linguagem do gaúcho é "choque, encontrão, colisão". Então, o que eu tive não foi uma colisão traseira ou um acidente de trânsito, foi uma pechada mesmo!!!

Bem sei que paixões não devem pautar nossas escolhas de consumo! Só que entre saber e decidir existe uma distância imensa! E mesmo sabendo hoje tudo que sei, podem ter certeza, escolheria o mesmo carro e isso me soa até de forma engraçada.

A boa notícia é que o lindão é bom de pancada!!! Nada estragou na batida, embora o outro carro tenho ficado com o para-choque bastante danificado e a moça, além da cabeça, machucou também o joelho. Fiquei amiga do senhor que pechou comigo e ele falou que trabalha com espelhos, considerando a mudança de apartamento que se avizinha pretendo até fazer um orçamento com o senhor desastrado.

E como tudo na vida tem dois lados, o rapaz da concessionário ligou pedindo autorização para trocar o disco de freio que já estava desgastado pelo uso. Questionei sobre a garantia de cinco anos!!! Esse era um atrativo, garantia de cinco anos!!! E ele falou que para disco de freio a garantia era de um ano, havendo um adendo nesse sentido no manual. Estou com o carro desde dezembro de 2011. Ora, estamos apenas em março! E o disco tem que ser trocado.

Autorizei a troca! R$ 1.300,00 um disco de freio! Solicitei a peça danificada e estou pensando no que faço, pois não é possível um disco de freio que tenha duração de apenas 20.000 ou garantia de apenas um ano. Será que vamos para o Juizado novamente? 

Essa semana que não acaba!!! rsrsrs

Vocês por aí, pensem muito quando fizerem a aquisição de qualquer bem e tomem todas as informações necessárias, mas como já disse eu não alteraria minha decisão por esses fatos, mesmo com toda a dor de cabeça que o grandão possa me causar! Até estacionamento estou pagando para nõa deixar na garagem do prédio, vagas apertadas e o carro do tamanho de um "landau", optei por preservar as portas do carro das batidas das portas do carro dos vizinhos.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Postagem extra: mais acidente

Estou almoçando e o pequeno me alcança o celular, era meu filho mais velho:

- Mãe, bati o carro!
- Está machucado?
- Não
- Machucou alguém?
- Não
- E o carro do outro?
- Quebrou farol e amassou o para-choque
- E o seu carro?
- Só fez um risquinho na parte de plástico, não estragou!
- Quem era o outro?
- O "fulano", mãe!
- Putz, nosso amigo e ele ia vender o carro porque estava precisando do dinheiro para outro investimento.
- Pois é, o comprador viria hoje à tarde.

Voltei para Cornélio no final da tarde e fui até determinado local e encontrei o "fulano".

- Ainda bem que o Renato bateu em carro de amigo - diz ele.
- Olha, para ser bem sincera, é pior bater em carro de amigo porque o sentimento de culpa é maior!
- É, acho que você tem razão!

E lá ficamos conversando um pouco.

Acho que precisamos benzer todos aqui em casa!!!