segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Mais minimalismo

O que vivo hoje é a busca pelo minimalismo, embora não consiga 100% do objetivo, pois há pessoas que conseguem incorporar muito melhor essa filosofia de vida. Passam a usar somente um tipo de roupa, eliminam posses ao máximo existindo até aquele rapaz que vive com quinze itens. Quero cada vez menos, adquirir menos, gastar menos com coisas bobas e mais com experiências e situações que me trazem prazer, mas não quero viver limitada a tão pouco. Assim penso que minimalizar seja encontrar o seu mínimo, aquele que atenda suas necessidades sem muita agressão ao seu momento atual.

Pode ser que com o tempo eu venha a conseguir cada vez mais ter menos, por enquanto estou ainda diminuindo obedecendo meu ritmo e aquilo que não me cause muitos traumas. Ainda assim não é fácil. Ainda sinto falta da placa de carro que joguei fora e que sempre esteve dentro do armário do banheiro sem incomodar ninguém. Joguei a placa e isso pareceu bastante simbólico para meu momento, posso pensar nela, mas sei que sobrevivi.

Ziula, é só uma placa de carro!!! Eu sei, mas traumatizei e ainda não passou!!! (rs)

Brincadeiras à parte, tenho muito o que fazer e espero chegar em um momento em que olhe as coisas e saiba que todas as que restaram foram aquelas efetivamente necessárias.

Então, quem quer começar só posso recomendar, tenho tido somente benefícios. O princípio de tudo foi o "primeiro ano sem compras", foi traumático, tive crises de abstinência, mas tenho a certeza de que não teria chegado no momento atual sem radicalizar no início.

Talvez não seja preciso que você radicalize, pode começar aos poucos, deixar os novos hábitos se formarem, permitir que sua mente se acostume com o novo estilo de vida,.

Quem acompanha o blog sabe como andei nesse caminho em busca do minimalismo. Penso que o primeiro passo é o destralhe e a coisa pode parecer tão grande que é fácil desistir. Entretanto, não precisa ser tão grande. Uma gaveta por dia, uma caixa por dia, uma prateleira por dia e quando você vê a coisa toda já se incorporou e descartar o que não serve mais se torna um hábito.

Descarte e depois encaminhe para onde lhe aprouver: lixo para o que não tem mais jeito, venda para o que pode trazer algum lucro, conserto para o que ainda pode ser usado, doação para os itens que estão ótimos e não fazem mais parte do seu momento. No final, satisfação e espaço. Espaço para o novo ou espaço para o nada, simplesmente para ver espaços vazios e saber que você pode achar outras formas de usar seu tempo sem estar limpando, organizando, comprando, gastando e se estressando.

E vamos andando e procurando mais qualidade de vida!

8 comentários:

  1. Essa placa!!

    SE ela ainda estivesse contigo, onde estaria? Teria levado para a pequena londres? Rs. Ela seguiria no fundo do armário?

    Esses tempos tive uma "recaída" igual. A palavra não seria essa por isso as aspas.

    Queria uma toalha que deixei num hostel em Istambul, não queria carregar peso e a mala já devia ter o seu limite. E na outra cidade seria hotel e dai não precisava mais ter medo que não tivesse toalha (no fim no hostel também tinha e nem usei a minha). Assim que, no ver o que ficava ela ficou. Tinha um golden retriver bebê e sim, ainda não cresci o suficiente kkk. Então era nova e comprada naquelas tendas que tem indo pra praia de SC. Senti saudades pois era a toalha mais nova que tinha. Mas convenhamos que SC é perto se eu ficar enlouquecida com saudades da toalha.

    A tua placa é também assim, fungível? Se for, ebay, mercado livre, feiras tipo o brique da redenção devem ter. Se não for, dai console-se com aquele caso do cara que colocou fora um hd e nele tinha um monte de bitcoin, uma moeda virtual que no inicio não valia nada e do nada ganhou valores absurdos e o cara estaria milionário!!

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    1. A Placa estaria no armário do banheiro em Londrina... rs!!!

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  2. Nem te conto, acho que estou com síndrome de abstinência antecipada. Ontem na "siesta" sonhei que estava comprando presentes de Natal e só acordei quando percebi que comprar camisa genérica para meus irmãos não pode...então só poderia ser sonho, ou pesadelo. É tem isso, meus irmãos só gostam de roupas de marca, se não for olham como se fosse roupa doada por leproso.

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    1. Gabriela, essa coisa de grife é interessante porque se você observar o corte, a costura, a qualidade do tecido nunca mais compra genéricos... rs... mas daí tem que ter um bom motivo para a compra e não somente obrigação!

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  3. Acho que quinze ítens para um rapaz é fácil. Mas, para nós mulheres, é quase impossível.
    Moça, se a placa de carro é tão importante assim, peça no Detran que eles indicam quem faça uma personalizada. Não será a mesma, mas pelo menos vc desencana!

    Estou precisando de um senhor destralhe aqui em casa. Falta é tempo e coragem para por fora, coisas inúteis.
    Sempre mandava coisas para minha mãe, ela brinca que a casa dela é By Zilda, e agora será Bye bye. Rsrsrsr

    Não quero crise de abstinência. É terrível. Eu fico muito mal!
    Quero economizar saudavelmente.

    Beijim....

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    1. Quinze para mulheres é totalmente impossível... rs
      Para destralhar não pense grande... uma coisinha a cada dia e quando perceberes já estará tudo ótimo.
      Beijos

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  4. Olá...acompanho seu blog faz tempão....adoro e aprendo mais a cada dia....fico mto feliz de ver seus posts chegando no e-mail....entrei em férias há 2 semanas e destralhei meu apartamento...3 caixas enormes de coisas boas e úteis, para outras pessoas, mas não para mim no momento...seu blog ajuda e inspira...um abraço

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    1. Maravilha!!! Como o destralhe nos deixa felizes, não é mesmo???

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